quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Clinica Crescitá nas midias sociais


 Dentista sempre foi um profissional procurado na hora do aperto, na hora da dor ou quando achava que estava com alguma cárie. Felizmente, esse conceito hoje em dia mudou muito, os pacientes estão melhores informados e mais preocupados com sua saúde e de seus familiares. Mesmo assim, dados recentes publicados pela Associação Braisleira de Odontologia denunciam que 27 milhões de brasileiros nunca foram ao dentista.
Para dr. Flavio Goulart, fortalecer o conceito de check-up periódico é fundamental: “Com o check-up periódico é possível diagnosticar problemas logo no inicio, o que diminui o tempo de tratamento, custo e sofrimento ao paciente, além de melhorar muito o prognóstico do tratamento”.
Uma ressalva importante é que os mais jovens são os que mais seguem essa saudável tendência. Porém, os números mostram que significativa parcela da população ainda necessita de informação. Ainda de acordo com o especialista, essa ignorância não é o único motivo dos dados alarmantes. A falta de preocupação com a saúde bucal também está entre os principais fatores.
“ Muitos ainda não tem consciência de que o check-up odontológico é a forma mais inteligente de cuidar de sua saúde bucal, principalmente os pacientes que sofrem de fobia ao dentista. Procurando o profissional a cada 6 meses pelo menos, dificilmente terá um problema sério a ser tratado, o tratamento fica praticamente indolor e muito mais fácil”.
E não é só da saúde dos dentes que estamos falando.  Algumas doenças sistêmicas também podem ser evitadas com a ida ao dentista, como diabetes, endocardites, hipertensão e doenças pulmonares.
                
Fonte
Flavio Goulart – Odontologista pós-graduado em ortopedia facial e atualizações de implatodontia e gestor da Clínica Crescitá Odontologia Moderna – CROSP–69881.

Sobre a Clínica Crescitá 
 Especialistas modernos e antenados aos avanços da tecnologia na área da odontologia fundaram a clínica com o intuito de disponibilizar a oportunidade de que um maior número de pessoas possam ser atendidas por profissionais altamente qualificados, certos de sua segurança, conforto e rapidez desde o agendamento até o final do tratamento. O objetivo é fortalecer a facilidade em se manter a saúde bucal em dia.
         

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Pulpite


Pulpite é uma inflamação da polpa dentária, um tecido com vários nervos e vasos sanguíneos situados no interior dos dentes.  A doença caracteriza-se por intensa dor de dente. Em alguns casos a pulpite é reversível com uma simples obturação dentária, quando o nervo não foi atingido. Em outros casos, a pulpite torna-se irreversível, sendo necessária a extração do dente afetado.
As causas atribuídas à pulpite são as cáries e as feridas dentárias. Se a inflamação do dente não for devidamente tratada, a polpa corre o risco de ser destruída, danificando o osso maxilar e os nervos que estão ao seu redor.


Ao apresentar dor de dente, o indivíduo deve se dirigir a um dentista que realizará uma série de testes para a construção de um diagnóstico, como a aplicação de um estímulo frio sobre o dente. Se a dor causada pelo estímulo parar alguns segundos após a retirada desse estimulo frio, significa que a polpa ainda está sadia e o dentista pode salvá-la retirando apenas a parte lesionada do dente. Porém, se a dor continuar, significa que a polpa está comprometida.
Quando identificada logo no início, a pulpite desaparece com a aplicação de uma obturação no dente afetado. Mas, se a polpa estiver comprometida, a dor causada pela doença só desaparecerá após a extração do dente.


Fonte: www.tuasaude.com

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

O que causa a hipersensibilidade dentária

O que causa a hipersensibilidade dentinária?


Que é hipersensibilidade dentinária?
A sensibilidade dentinária afeta um grande número de pessoas. É geralmente causada por bebida e alimentos quentes, frios, doces ou ácidos. Em condições normais, a dentina (camada interna que envolve o nervo) é coberta pelo esmalte da coroa e a gengiva ao redor do dente. Com o tempo, o esmalte pode desgastar-se, reduzindo a proteção. Também com o tempo, a gengiva pode retrair-se, expondo a raiz do dente.
A dentina tem um grande número de poros ou tubos microscópicos (túbulos) que vão da face externa do dente até a polpa, no centro. Quando a dentina está exposta, esses túbulos podem ser estimulados por mudanças de temperatura ou certos alimentos. Abaixo está uma ilustração dos túbulos dentinários vistos em um microscópio:
Microscopicviewofdentin

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Diastema

Que é um diastema e como tratá-lo?

O “diastema” é uma área de espaço extra entre dois ou mais dentes. É mais frequentemente observado nos dois dentes frontais da arcada superior. Muitas crianças tem diastema como resultado da queda dos dentes de leite, mas, na maior parte dos casos, os espaços se fecham quando os dentes permanentes nascem.  

O diastema pode ser causado pela diferença de tamanho dos dentes, pela falta de dente ou anormalidade do freio labial, que é o tecido que se estende do lábio à gengiva até o ponto em que se localizam os dois dentes frontais superiores. As causas secundárias do diastema envolvem problemas de alinhamento bucal, como o grau de overjet ou protrusão dentária.

Quais as opções de tratamento?
 
O tratamento pode ser discutido depois que seu dentista determinar a razão do diastema. As opções podem ser:
  • Manter o diastema.
  • Iniciar um tratamento ortodôntico que movimente os dentes e feche o diastema.
  • Usar próteses de porcelana (porcelana cimentada no lado externo dos dentes)
  • Fazer um trabalho de prótese fixa ou substituição dos dentes por implantes (adultos somente) .
Se seu freio labial for de tamanho anormal, você pode consultar um periodontista e considerar a possibilidade de passar por um procedimento cirúrgico chamado frenectomia. Trata-se de um procedimento que envolve o corte e reposicionamento do freio labial para permitir maior flexibilidade. Na criança, a frenectomia pode fazer com que o espaço se feche por si mesmo. Nos adolescentes e adultos, a eliminação do espaço pode exigir o uso de aparelho. A consulta com seu dentista é essencial para determinar a melhor opção de tratamento no seu caso.
Fonte: Site Colgate

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Prognatismo mandibular



O prognatismo mandibular é uma deficiência do maxilar inferior que se caracteriza pelo crescimento exagerado do osso da mandíbula e confere ao paciente uma aparência de queixo maior e mais comprido que o restante do rosto, que apresenta face côncava. É uma desordem facilmente percebida, uma vez que o queixo fica extremamente pronunciado e, por vezes, impede os lábios superior e inferior de se tocarem.

Esse tipo de deformidade foi muito comum em famílias reais europeias. Devido ao hábito de realizarem casamentos apenas entre nobres, o problema se estendeu por diversas gerações. As pinturas antigas que retratam os reis Carlos II, da Espanha, e Pedro II, do Brasil, evidenciam a presença do prognatismo mandibular. Com base nessa observação, os fatores genéticos são apontados como os maiores causadores da deficiência.

O prognatismo não afeta apenas a aparência do paciente, mas também gera problemas na mastigação e respiração. Sintomas parecidos com o de disfusões tempomandibulares também se manifestam, o que resulta em intensas dores de cabeça, ouvido e músculos da mastigação.

Para o tratamento da disfunção, o paciente inicialmente usa um aparelho ortodôntico para preparar e alinhar os dentes de modo que eles se encaixem perfeitamente. O passo seguinte é a realização da cirurgia ortodontica que promove um recuo mandibular. O maxilar é reposicionado e fixado, geralmente com placas e parafusos de titânio.
Este é um tratamento realizado em ambiente hospitalar, sob anestesia geral. O período de recuperação geralmente é rápido, e o uso de aparelho ortodôntico é necessário ainda por algum tempo após a correção.

Fonte: blogkamilagodoy.com.br

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Enxaguatórios bucais com álcool na fórmula podem causar câncer de boca



Além de não ser essencial à saúde oral, o uso frequente de enxaguatórios bucais com álcool aumenta os riscos de câncer de boca e da faringe.
O uso prolongado dos antissépticos bucais que possuem álcool em sua fórmula podem agredir a mucosa, causando uma descamação, afeta também as papilas linguais, interferindo assim na função gustativa e pode também interferir na coloração do elemento dental.O álcool não é um agente causador de câncer isoladamente, mas uma enzima do organismo o transforma em acetaldeído, substância que pode alterar as células da boca e causar tumores na região.
O problema é usar diariamente o produto, pois o dano constante não dá tempo de as células se repararem.
Dentistas recomendam o uso de enxaguatórios após cirurgias, raspagem de dente, casos de alta incidência de cárie, doenças da gengiva e para pessoas que não têm coordenação motora para realizar uma boa escovação.
Para o restante da população, o uso é opcional, apesar de boa parte da publicidade desse tipo de produto sugerir que ele combate mau hálito.
Do ponto de vista da higiene bucal, não é necessário. Quem tem boa higiene bucal geralmente não tem halitose,  e  se tiver, não será o enxaguatório que vai resolver o problema.

Fonte: Wikipédia
Odontobloggers.blogspot.com

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Fluorose




A fluorose dentária é uma anomalia do desenvolvimento dos dentes associada a deformações do esmalte que provoca aumento de porosidade, opacidade, manchamento e erosão do esmalte. Além de causar mudanças estéticas nos dentes, com o aparecimento de manchas de cor branca, marrom e até preta em sua superfície. A perda da substância do esmalte pode gerar deformidades anatômicas nos dentes, levando, em alguns casos, à perda dos mesmos.
A doença ocorre em conseqüência da ingestão, por períodos prolongados, de flúor em quantidade acima do limite estabelecido para a região, durante a fase de vida em que o esmalte está em formação, ou seja, do nascimento da criança até a idade dos quatro a cinco anos. Essa ingestão de fluoretos em excesso pode causar uma lesão de hipomineralização (aumento da porosidade) subsuperficial profunda até a superfície do esmalte externo, que, em casos mais severos, se rompe logo após a erupção.
Atualmente, a maior causa de fluorose é a ingestão de produtos fluoretados em locais onde já existe água fluoretada, sendo que o mais comum é a ingestão de pasta dental fluoretadas por crianças.
A prevenção da fluorose (controle da ingestão de flúor) nem sempre é possível pois o diagnóstico clínico da fluorose é realizado após a erupção dentária, portanto anos depois da exposição ao flúor. Assim os pais devem estar atentos, pois as pastas fluoretadas podem ser deglutidas por crianças pequenas, que são incapazes de controlar a expectoração, deglutindo em média 30% da pasta durante a escovação.  Assim a quantidade de dentifrício utilizado durante a escovação é um dado que deve ser levado em consideração quanto ao risco de fluorose.

Fonte:www.funcesi.br