quarta-feira, 6 de março de 2013

Tratamentos ortodônticos e a reabsorção dentária



Associada a mais de 90% dos dentes tratados ortodonticamente, a reabsorção radicular é caracterizada pela perda de volume na raiz do dente, o que resulta em milimétrico encurtamento. Esta alteração, em geral, não diminui a longevidade e a capacidade funcional dos dentes envolvidos. Por isso, é considerada comum ao tratamento ortodôntico e sem importância clínica.
O processo de reabsorção é causado por situações em que os tecidos dentários mineralizados(ossos) são eliminados ou destruídos pela aplicação de força, seja a exercida pelos aparelhos ortodonticos, traumas ou por tratamentos endodonticos e periodontal.
 A ortodontia é geralmente apontada como a principal causa da reabsorção radicular, por ser uma mecânica imposta, que implica movimentação dentária por meio da força.
Microscopicamente, a raiz dentária geralmente diminui entre 0,5 e três milímetros, perda considerada mínima em comparação aos benefícios gerados pelo tratamento ortodôntico, que promove a harmonia dos arcos dentários e normaliza a saúde bucal.
Casos de reabsorção mais severa podem acontecer, resultando em perda dos dentes. Por isso, a documentação ortodontica e o acompanhamento da ortodontista são fundamentais antes e durante o tratamento.
Em geral, quando identificada uma reabsorção radicular acima da considerada normal, a dentista deve suspender temporariamente o tratamento ortodôntico, dando aos dentes um tempo para “repouso”. Este tempo pode variar entre um e três meses, dependendo da severidade do problema.
Durante esse período, a necessidade da intervenção ortodôntica deve ser reavaliada de acordo com a situação encontrada e os riscos que ela representa, adaptando o tratamento a força e trauma que o dente pode suportar sem sofrer danos.

Fonte: BlogKamilaGodoy

sexta-feira, 1 de março de 2013

Higiene da escova de dente



É necessário que a escova de dente seja limpa, para eliminar as bactérias que causam cárie, gengivite e até gripe. A escova de dentes pode ser um meio de cultura entre germes, bactérias e fungos que pode se multiplicar rapidamente. Temos em média 900 espécies diferentes de bactérias que são capazes de sobreviver um dia inteiro em nossa escova de dente, prontinhas para entrar novamente em nossa boca na próxima escovação, inclusive microrganismos causadores de cárie, leveduras, parasitas intestinais etc.

Cuidados bem simples podem evitar tudo isso, se forem seguidos diariamente.
Antes de escovar os dentes, faça bochechos com água para retirar o excesso de resíduos de alimentos, para reduzir as chances de restos de comida permanecerem entre as cerdas provocando decomposição; Use também o fio dental; Deixe a escova secar completamente entre uma escovação e outra; Após escovar os dentes lave bem a escova com água corrente e morna e guarde-a em pé, dê batidas leves na escova (na palma da mão) para eliminar o excesso de água; Para evitar propagação de vírus o ideal é evitar o contato de uma escova com a outra, guarde as escovas em local fechado com divisórias que permitam a separação delas e as mantenham em pé para secar completamente. Borrife ou pingue gotas de antisséptico bucal nas cerdas e guarde-a com protetor também limpo. Tal procedimento diminui a quantidade de bactérias. Quando for escovar novamente, lave as cerdas em água corrente.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Curiosidade: Como são feitas as pastas de dente

Flúor

O que seria de um bom creme dental sem a adição de flúor para prevenir as cáries? Este ingrediente essencial se incorpora ao esmalte dos dentes, tornando-os mais resistentes à ação de ácidos presentes nos alimentos ou da placa bacteriana.
  • Fluoreto de sódio: além do seu uso na prevenção de cáries, ele também é empregado na fabricação de inseticidas, preservantes de madeira e fluoretação da água potável. Quando ingerido em grandes quantidades, pode ser fatal.

Espessantes

Estes são os compostos que deixam a pasta de dentes com a textura de gel que conhecemos, fazendo com que o creme tenha um aspecto espesso e viscoso. São eles:
  • Carbômero 956: uma das matérias-primas mais utilizadas pela indústria de cosméticos, também é empregado na fabricação de gel para os cabelos, protetores solares, cremes e antissépticos;
  • Carregenina: faz parte da família dos polissacarídeos e é obtida a partir do extrato de algas vermelhas;
  • Carboximetilcelulose de sódio: é um polímero derivado da celulose muito solúvel em água e fisiologicamente inerte, que também é utilizado como cola de origamis.

Detergentes

Imagine escovar os dentes com uma mistura que não faz espuma! Seria muito sem graça, não é mesmo? Para que os cremes dentais tenham essa característica, é necessário adicionar uma série de produtos à sua formulação:
  • Lauril sulfato de sódio: provavelmente o mais comum dos detergentes, também pode ser usado na fabricação de shampoos, géis de banho, cremes de barbear e em algumas aspirinas solúveis. Entretanto, pode causar aftas em pessoas mais susceptíveis.

Abrasivos

São minúsculos cristais adicionados à composição do creme dental que funcionam como uma espécie de lixa sobre os nossos dentes, removendo pequenas manchas e impurezas, além de “polir” a superfície. Os mais comuns são:
  • Sílica hidratada: derivada do dióxido de silicone, também pode ser encontrada na forma de areia ou quartzo; tem a aparência de um gel transparente;
  • Mica: é um filossilicato também usado na fabricação de capacitores de radiofrequência e isolantes elétricos.

Colorantes

Imagine o que seria dos cremes dentais sem os colorantes? Com tantos produtos químicos utilizados na fabricação das pastas, sua coloração seria provavelmente bem bizarra e desagradável.
  • D&C Amarelo 10 e D&C Vermelho 30: são colorantes sintéticos provenientes do petróleo ou anilina, apresentando um cheiro parecido com o da naftalina.
  • Azul brilhante FCP: colorante sintético derivado do petróleo e muito usado na indústria alimentícia;
  • Dióxido de titânio: é ele que deixa a pasta de dentes branquinha.

Umectantes

São eles que dão ao creme dental sua textura e evitam que se resseque. Confira alguns deles:
  • Propilenoglicol: derivado animal de aparência oleosa, este composto é incolor, além de não apresentar odor ou sabor. Também é usado como fixador de perfumes, anticongelante e lubrificante íntimo, podendo causar alergias e urticária.
  • Polietilenoglicol 8 e 12: polímero formado a partir do etileno glicol que, além de prevenir que a pasta perca água, também age como um estabilizante; tem o seu uso controlado por poder apresentar muitas impurezas.

Preservantes

As pastas de dentes, por ficarem expostas por um considerável período de tempo e não precisarem ser guardadas na geladeira, necessitam de preservantes para evitar a proliferação de micro-organismos.
  • Benzoato de sódio: é um pó branco de sabor adocicado e levemente adstringente que, além de conservante, pode ser usado como bactericida e fungicida. Se misturado à vitamina C, pode formar o benzeno, que é um composto cancerígeno.

Emulsificantes

São compostos químicos que permitem que todos os ingredientes utilizados na fabricação da pasta de dentes se misturem de forma uniforme, evitando que se separem. Alguns dos mais usados são:
  • Glicerol: composto de origem animal de sabor adocicado, ele não deixa que a pasta de dentes seque e ajuda a preservar o produto;
  • Cocamidopropil betaína: ingrediente derivado do óleo de coco, ele ajuda a manter a consistência e sabor da pasta.    
  • Fonte: Megacurioso 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Por que extrair dentes sãos em ortodontia?

A necessidade de extrair apresenta-se, principalmente, nos casos em que os ossos maxilares são pequenos para acomodar todos os dentes. Nestes casos, é necessário diminuir o número de dentes, para poder alinhá-los dentro do maxilar. Duas coisas não ocupam o mesmo lugar no espaço, já nos dizia Newton...
Numerosos são os casos de dentes amontoados por falta de espaço. Alguns devido ao descuido com a dentição de leite, ou à extrações prematuras destes dentes, estes espaços perdidos podem ser recuperado e extrações não são necessárias. Outros, por disrelação hereditária, entre tamanho dos dentes e o osso suporte, algumas vezes necessitam de extrações. Este último caso é realmente curioso e interessante, além de atual e generalizado. 

O homem moderno está sofrendo uma transformação no seu aparelho mastigador. Em poucos séculos transformou completamente a maneira de alimentar-se. Enquanto que antes o homem usava os dentes para cortar e triturar os alimentos, hoje a atividade mastigatória diminuiu significativamente. Os alimentos são cozidos, cortados e até liquidificados, antes de irem à boca. Consequentemente, pela hipofunção, os ossos que sustentam os dentes estão diminuindo de tamanho, enquanto os dentes não modificam suas dimensões. Daí a desproporção. 

A natureza, como sempre, vai encontrando suas próprias soluções, no caso, ela se ocupa, agora, em diminuir o número dos dentes. O terceiro molar está ausente ou atrofiado em muitas pessoas. Em outras, há ausência congênita de incisivos laterais superiores ou prémolares inferiores. Mas, nos casos em que isto não se dá, principalmente, quando não há ausência congênita dos sisos, poderá ser necessário que o ortodontista recomende extrações para compensar a falta de espaço. Estas extrações podem ser os sisos ou outros dentes, geralmente, os pré-molares. 

Além da influência alimentar nesse fenômeno da evolução humana, outra causa interessante e comum provoca a disrelação entre osso e dentes. É a herança cruzada. O filho herda os dentes grandes do pai e os maxilares pequenos da mãe.
Quando há indicação de extrair, geralmente, os dentes indicados são os primeiros ou os segundos pré-molares. Isto permite a regularização dos dentes anteriores e liberação dos espaços para a erupção dos terceiros molar (sisos). 

Não se pode negar ser lamentável a extração de dentes em perfeito estado. Mesmo para o especialista, é uma decisão difícil e muito mais para o paciente. No entanto, nunca será esse fato mais grave e rico de conseqüências perigosas do que o amontoamento dos dentes. 

Assim como existem casos em que é evidente a necessidade de extrair ou de não extrair, há os casos limítrofes, em que se balança em extrair ou não extrair. Nestes casos, é necessário que vantagens e desvantagens sejam avaliadas com extremo cuidado por profissional especialista e experiente.
Vê-se que a ortodontia alarga-se em aperfeiçoamentos e ocupa posição importantíssima na solução de problemas dos indivíduos, tanto nos planos mais objetivos e imediatos de saúde e bem-estar, como nos mais elevados de ajustamento dentro da vida e possibilidade de realização. 

Fonte: ABC da saúde

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Distúrbios alimentares relacionados à saúde bucal

 
Anorexia e Bulimia
A anorexia é caracterizada por uma extrema aversão à comida e por um medo intenso de engordar por causa de uma falsa imagem corporal. O paciente se enxerga gordo, enquanto tem o peso bem abaixo do normal.
Já a bulimia trata-se de uma compulsão alimentar extrema. A pessoa come muito e logo em seguida provoca o vômito. Tanto os indivíduos bulímicos quanto os anoréxicos possuem mais erosão dental, especialmente na parte de traz dos dentes da frente. Ambos também podem provocar cáries, doença periodontal, bruxismo e problemas ortodônticos.

Obesidade
Não há uma relação direta entre a doença e manifestações dentais. No entanto, a utilização de moderadores de apetite faz com que a pessoa fique com a boca seca, o que pode levar a problemas dentais.

Desnutrição
O mal maior, em tempos de odontologia, é que a desnutrição infantil é capaz de provocar problemas periodontais e uma alimentação pobre em minerais e vitaminas, como o cálcio, fósforo e vitamina D, pode irregularizar a superfície do dente (chamada hipoplasia de esmalte).

Mantenha um sorriso saudável!

A gengiva, os dentes e os músculos da boca, assim como todo o organismo, precisam de uma quantidade suficiente de nutrientes para se manterem saudáveis. É preciso uma alimentação balanceada e rica em vitaminas e minerais. Veja algumas dicas para um sorriso saudável:

- Opte por alimentos nutritivos, como frutas, verduras, legumes e produtos de origem animal, como carnes, leite e ovos;
- Mantenha os dentes fortes, consumindo a quantidade adequada de cálcio, potássio e fósforo;
- Ingira alimentos ricos em fibras e grãos;
- A vitamina C previne doenças da gengiva, por isso sempre a inclua na sua dieta;
- Evite alimentos gordurosos. Refrigerantes, doces e cigarros, por exemplo, podem prejudicar o esmalte dos dentes, além de provocar cárie;
- Uma alimentação adequada não dispensa uma higienização correta. Abuse da escova e do fio dental.


Fonte:
Boca!: tudo o que você precisa saber para ter um sorriso saudável/Fábio Bibancos - São Paulo: Editora Abril, 2005.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Retração gengival



O que é retração gengival?
É o deslocamento da gengiva, provocando a exposição da raiz do dente. Isso pode ocorrer em um só dente ou em vários.
A causa não é fácil de determinar. Existem várias hipóteses: traumatismo por escovação (fricção exagerada com escova de cerdas duras); inflamação da gengiva pela presença da placa bacteriana; trauma oclusal (forças excessivas sobre o dente causadas por má posição dentária ou por restaurações "altas"); restaurações desadaptadas na região gengival; posição alta dos freios labiais e lingual; movimentos ortodônticos realizados de maneira incorreta; dentes apinhados (encavalados); pouca espessura do osso que recobre a raiz.


Por que nessa situação os dentes ficam mais sensíveis?
Devido à exposição da raiz, a camada que a reveste (cemento) desaparece, expondo a dentina, que é sensível. Bochechos com soluções fluoretadas podem amenizar o problema.


Tem relação com a idade?
Uma certa retração gengival generalizada é percebida com o passar dos anos e considerada normal. Algumas pessoas são mais susceptíveis que outras. A retração pode avançar em alguns períodos e, em outros, permanecer estacionária.


Existe tratamento? 0 que ocasiona essa retração?
Normalmente, o que se faz é evitar a evolução desse processo por intermédio de escovação adequada, limpeza profissional, ajuste oclusal, remoção de hábitos nocivos, remoção de excessos de materiais restauradores, se houver, e, se for o caso, corrigir a má posição do dente com aparelho ortodôntico.


É possível recobrir a raiz Novamente?
Sim, por intermédio de técnicas cirúrgicas utilizadas principalmente em retração de um ou no máximo dois dentes. São cirurgias de resultados não previsíveis, em que, em determinadas situações, vale a pena tentar. São feitas principalmente visando à estética.


Se não se fizer a cirurgia, pode-se perder o dente?
A retração, por si só, não provoca a perda do dente, desde que as causas sejam eliminadas e que não haja inflamação.


Fonte: Revista da APCD

Escovas interdentais


 A nossa arcada dentária permanente possui 32 dentes. Para mantê-los saudáveis durante muitos anos, é imprescindível uma boa higienização da região localizada entre eles, evitando o acúmulo de resíduos alimentares e placa bacteriana.

O uso de fio dental, segundo a comunidade odontológica, é parte fundamental para finalizar o processo de limpeza oral iniciado pela escova de dente, eliminando eventuais detritos e bactérias que permanecem nos espaços aonde a escova não chega. É possível, entretanto, complementar ou substituir o velho fio dental, composto de fibras de nylon, que muitas vezes podem desfiar ou romper durante o manuseio, por escovas interdentais, consideradas mais eficientes na remoção de sujeiras na região chamada de proximal, ou seja, localizada entre os dentes.

Na arcada dentária humana existem locais anatômicos, com cavidades, depressões e irregularidades que até mesmo o fio ou fita dental não conseguem atingir e que só podem ser acessados pelas escovas interdentais, comenta o professor, mestre e doutor em Odontologia da UNIBAN, Hugo Lewgoy. “A higienização entre os dentes é tão importante que é considerada a principal diferença entre os indivíduos de países que conseguiram erradicar a cárie e dos países que permanecem com esta doença como uma verdadeira epidemia. Por isso, enquanto a higiene da região proximal não for uma rotina, as pessoas vão continuar com cáries e doenças gengivais”, observa Lewgoy.

O especialista afirma também que as escovas interdentais comuns ou genéricas têm o centro metálico muito espesso com cerdas muito curtas e duras, tornando a limpeza ineficiente e traumática. “Se a escova for muito fina, não higieniza de forma adequada e, se for muito grossa, não se encaixa ou não entra no espaço entre os dentes. Em ambos os casos, pode provocar trauma e retração gengival”, explica o professor. 

 Passo a passo para a correta utilização das escovas interdentais

1 - Adquira uma escova interdental de boa qualidade. Consulte o seu cirurgião- dentista sobre as melhores opções, pois as escovas interdentais não são iguais.

2 - Inicialmente, faz-se a localização do espaço entre dois dentes e a inserção da ponta da escova de forma inclinada em um ângulo de aproximadamente 45º graus em direção à gengiva. Deve-se localizar e inserir a ponta da escova na entrada do espaço entre dois dentes. Nos dentes superiores, inclina-se a escova para cima e, nos dentes inferiores, inclina-se a escova para baixo.

3 - Este acesso deve ser realizado de forma delicada com uma pressão suave e sem forçar a escova. Deve-se dar preferência para os dentes da frente ou anteriores.

4 - Após a inserção da escova, deve-se retificar a inclinação da mesma fazendo com que a escova deslize perpendicularmente em relação aos dentes em um movimento de fora para dentro da boca ou de vestibular para lingual. É importante salientar que a escova deve deslizar facilmente, sem qualquer pressão.

5 - A inserção da escova entre os dentes, ou seja, em cada espaço proximal deve ser feita diariamente, porém, deve-se apenas inserir e remover o dispositivo sem a necessidade de escovação forçada e repetida para frente e para trás. Isto poderia machucar a gengiva ocasionando retrações e provocando espaços ou pontos escuros entre os dentes.

6 - Quando a escova interdental é inserida pelas primeiras vezes entre os dentes, é possível que a gengiva sangre um pouco e cause algum desconforto doloroso. Isso não é motivo para preocupação, porque não significa que se tenha traumatizado a gengiva, mas sim que existe uma inflamação prévia causada pela placa bacteriana. Só ocorrem sangramentos nas gengivas quando estão inflamadas pela presença da placa bacteriana ou ao se utilizar uma escova com diâmetro inadequado. Ao utilizar a escova interdental corretamente, o sangramento desaparecerá em até dez dias.

7 - Uma opção para determinar qual é a escova mais adequada para cada caso é por meio da utilização da sonda medidora IAP Prime da CURAPROX. Ela mede o espaço proximal que possibilita uma perfeita adaptação das escovas interdentais na região localizada entre os dentes. As escovas são calibradas por meio de diferentes medidas de diâmetro evidenciadas por diferentes cores, de forma análoga às escovas interdentais correspondentes. 

Fonte: Blog da Veri