sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Implantes dentários

Implantes dentários são suportes ou estruturas de metal (normalmente de titânio) posicionadas cirurgicamente no osso maxilar abaixo da gengiva para substituir as raízes dentárias. Uma vez colocados, permitem ao dentista montar dentes substitutos sobre eles.

Como funcionam os implantes dentários?
Por serem integrados ao osso, os implantes oferecem um suporte estável para os dentes artificiais. Próteses parciais e totais montadas sobre implantes não escorregarão nem mudarão de posição na boca, um grande benefício durante a alimentação e fala. Esta modalidade de prótese é chamada “protese sobre implante” e confere ao paciente mais segurança em todas as funções bucais proporcionando uma situação mais natural do que pontes ou dentaduras convencionais.

Para algumas pessoas, as próteses e dentaduras comuns são simplesmente desconfortáveis ou até inviáveis, devido a pontos doloridos ou falta de adaptação a estes aparelhos. Além disso, as pontes comuns devem ser ligadas aos dentes em ambos os lados do espaço deixado pelo dente ausente. Com a colocação de implantes não é necessário preparar ou desgastar um dente natural para apoiar os novos dentes substitutos no lugar como é feito em pontes fixas convencionais.

Para receber um implante, é preciso que você tenha gengivas saudáveis e ossos adequados para sustentá-lo. Você também deve comprometer-se a manter estas estruturas saudáveis. Uma higiene bucal meticulosa e visitas regulares ao dentista são essenciais para o sucesso a longo prazo de seus implantes.
Os implantes são, em geral, mais caros que outros métodos de substituição de dentes e a maioria dos convênios não cobre seus custos.

O tipo de implante mais recomendado na atualidade é o ósseo integrado que se mostrou uma revolução no tratamento de pacientes parcial ou totalmente desdentados.
Implantes ósseo integrado: — são implantados por meio cirúrgico diretamente no osso maxilar. O período da osseointegração (integração ao osso) leva em média 4 a 6 meses dependendo da região a receber o implante. Após este período, uma segunda cirurgia é necessária para ligar o implante ao meio bucal, nesta fase o cirurgião dentista remove a gengiva que está recobrindo o implante e finalmente, um dente artificial (ou dentes) é conectado ao implante.
 
Fonte: Colgate

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Periodontite



A periodontite é uma inflamação crônica que acomete gengiva, osso e ligamentos de suporte dos dentes que se dá, principalmente, pelo acúmulo de bactérias nestas regiões. Ela é uma das principais causas de perda de dentes em adultos e a principal causa em pessoas idosas.

Esta doença pode, também, promover mobilidade e mudança de posição dos dentes e seus sintomas incluem sangramento gengival, alteração do paladar, sensibilidade dental, dores e desconfortos gengivais, alteração da cor dos dentes, mau hálito e tártaro – uma vez que há formação de bolsas nestas regiões, geralmente permeadas de bactérias, e destruição óssea. Em muitos casos, os dentes da frente podem se projetar para fora e pode ocorrer presença e acúmulo de pus.

Atualmente percebe-se uma relação desta doença com artrite reumatóide, doenças renais, diabetes e osteoporose. Infarto agudo do coração, partos prematuros, infecções pulmonares e úlceras também têm sido associados à periodontite. Entretanto, poucos estudos foram feitos no Brasil e há poucas pesquisas conclusivas.

Uma boa higiene bucal com o uso de fio dental todos os dias e visitas periódicas ao dentista previnem o aparecimento da infecção, uma vez que a formação de placas bacterianas é um dos fatores principais do aparecimento desta. Fumo, bruxismo, deficiências nutricionais, medicamentos e doenças emocionais podem potencializar os efeitos da periodontite.

O tratamento consiste em raspagens sub-gengivais e em casos mais acentuados, cirurgias periodontais. Pode ser necessário o uso de antibióticos durante o tratamento


Fonte: Mundo Educação

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O que são coroas e pontes?

O que são Coroas e Pontes?
Tanto as coroas como as próteses fixas são cimentadas no dente ao contrário dos recursos móveis, como as dentaduras e próteses parciais removíveis, que podem ser retiradas e lavadas diariamente. As coroas e próteses fixas por serem cimentadas nos dentes existentes ou em implantes só podem ser removidas pelo dentista.
Como funcionam as coroas?
A coroa é utilizada para cobrir inteiramente ou somente uma parte da coroa de um dente danificado. Além de conferir maior resistência a um dente danificado, a coroa pode ser utilizada para melhorar sua aparência, o formato ou alinhamento dos dentes no arco. Uma coroa também pode ser colocada sobre um implante, dando-lhe o formato e estrutura parecidos com a do dente natural, a fim de que este possa desempenhar suas funções. As coroas de porcelana ou cerâmica podem combinar com a cor natural de seus dentes. Outros materiais usados são o ouro e as ligas de metal, o acrílico e a cerâmica. Estas ligas metálicas são geralmente mais resistentes que a porcelana e podem ser recomendadas para os dentes posteriores. A porcelana é ligada a uma estrutura metálica e é utilizada, em geral, por ser resistente e atraente.
O dentista pode recomendar uma coroa para:
  • Substituir uma grande restauração quando não restar muita estrutura do dente;
  • Proteger um dente enfraquecido por fraturas;
  • Restaurar um dente fraturado;
  • Ligar uma prótese;
  • Cobrir um implante dentário;
  • Cobrir um dente descolorido ou deformado;
  • Cobrir um dente que tenha sofrido um tratamento de canal.
Como funcionam as próteses fixas (ou pontes)?
A prótese fixa pode ser recomendada se você tiver perdido um ou mais dentes. Falhas deixadas por dentes ausentes podem fazer com que os dentes remanescentes girem ou se movam para os espaços vazios, resultando em uma mordida errada. O desequilíbrio causado pelo dente ausente também pode levar à gengivite e à disfunção da articulação temporomandibular (ATM).
As próteses fixas são comumente utilizadas para substituir um ou mais dentes ausentes. Elas preenchem o espaço onde não há dentes e podem ser cimentadas aos dentes naturais ou implantes próximos ao espaço vazio. Estes dentes, chamados de pilares, servem de âncoras para as pontes. Um dente substituto denominado pôntico é soldado às coroas que revestem os pilares. Assim como ocorre com as coroas, você poderá escolher o material utilizado para as pontes. Seu dentista poderá ajudá-lo a decidir levando em consideração a localização do dente ausente (ou dentes ausentes), a sua função, os aspectos estéticos e o seu custo. As próteses fixas de porcelana ou de cerâmica devem ter a mesma cor que a natural dos dentes.
Como são feitas as coroas e próteses fixas (pontes)?
Antes de se fazer uma coroa ou prótese fixa, o dente (ou dentes) deve ser reduzido em seu tamanho de modo que a coroa ou ponte se encaixe perfeitamente sobre o preparo. Após a redução do dente/dentes, seu dentista fará um molde exato para a confecção da coroa ou ponte. Se a opção for por porcelana, seu dentista escolherá a cor exata da coroa ou da ponte que combine com a cor dos demais dentes.
A partir deste molde, um laboratório de prótese dentária (protético) fará sua coroa ou ponte, no material especificado pelo seu dentista. Uma coroa ou prótese provisória será colocada no local para cobrir o dente preparado, enquanto a coroa ou prótese fixa permanente está sendo feita. Quando estiverem prontas as definitivas, a coroa ou prótese temporária são removidas para que a nova seja cimentada sobre o dente ou dentes já preparados.
Qual a durabilidade das coroas e próteses fixas (pontes)?
Embora as coroas ou pontes possam durar uma vida toda, algumas vezes elas se soltam ou caem. O passo mais importante para garantir a longevidade de sua coroa ou ponte é possuir uma boa prática de higiene bucal. A ponte pode perder seu apoio se os dentes ou osso que a sustentam forem danificados por doenças. Mantenha suas gengivas e dentes saudáveis, escovando com creme dental com flúor e utilizando o fio dental diariamente. Visite, também o dentista regularmente, para exames e limpezas profissionais. Para prevenir o dano em sua nova coroa ou prótese fixa, evite morder alimentos duros, gelo ou outros objetos duros. 

Fonte: Colgate

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Bruxismo - sinais e sintomas

O que é Bruxismo?
Se você acorda e os músculos da sua mandíbula estão doloridos ou com dor de cabeça, você pode estar sofrendo de bruxismo - um ranger ou um forte apertar dos dentes. O bruxismo pode fazer os dentes ficarem doloridos ou soltos, e, às vezes, partes dos dentes são literalmente desgastados. Eventualmente, o bruxismo pode acarretar a destruição do osso circunvizinho e do tecido da gengiva. O Bruxismo também pode levar a problemas que envolvam a articulação da mandíbula, como síndrome da articulação têmporo-mandibular (ATM).
Como Saber Se Tenho Bruxismo?
Para muitas pessoas, o bruxismo é um hábito inconsciente. Estas pessoas podem nem mesmo perceber que estão fazendo isto, até que alguém comente que elas fazem um horrível som de ranger de dentes enquanto estão dormindo. Para outras pessoas, é quando fazem um exame dental rotineiro e descobrem que seus dentes estão desgastados ou o esmalte de seu dente está rachado.
Outros potenciais sinais de bruxismo incluem dor na face, na cabeça e no pescoço. Seu dentista é capaz de fazer um diagnóstico preciso e determinar se a origem da dor facial é causada por bruxismo.

Como o Bruxismo é Tratado?
O tratamento apropriado dependerá do que está lhe causando o problema. Fazendo perguntas apropriadas e examinando detalhadamente seus dentes, seu dentista pode lhe ajudar a determinar se a fonte potencial de seu bruxismo. Com base no grau dos danos causados a seus dentes e a causa provável, seu dentista poderá sugerir:
  • O uso de um dispositivo quando dormir: feito sob encomenda pelo seu dentista e ajustado aos seus dentes, o dispositivo encaixa-se sobre os dentes superiores e os protege de se triturarem com os dentes inferiores. Apesar de o dispositivo ser uma boa maneira para lidar com bruxismo, ele não é uma cura.
  • Encontrando meios de relaxamento: a tensão cotidiana parece ser uma das causas principais do bruxismo, e não importa o que seja que reduza a tensão, pode contribuir - ouvir música, ler um livro, fazer um passeio ou tomar um banho. Procurar alguma terapia auxiliará no aprendizado de meios eficazes de controlar situações estressantes. Adicionalmente, se aplicar uma toalhinha morna e molhada no lado de sua face isto poderá ajudar a relaxar os músculos doloridos devido à pressão exercida.
  • Reduzindo a "exposição" de um ou mais dentes para igualar sua mordida: uma mordida anormal, no qual os dentes não se ajustam bem, também pode ser corrigido com restaurações, coroas ou ortodontia.
Fonte: Colgate

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Clareamento interno dental

O escurecimento dos dentes ocorrem pelas mais variadas razões, como traumatismos, medicação dentro do canal, derramamento de sangue na estrutura interna dos dentes, entre outras causas. São nesses casos, onde o paciente necessitou de passar por um tratamento de canal, que se observa com mais freqüência a mudança da cor, passando a ser de amarelado a acinzentado. O tratamento de dentes escurecidos é possível através de métodos de clareamento específico.

Este tipo de clareamento, chamado de clareamento interno, é realizado por dentro do dente, onde o agente clareador é colocado e fechado, o clareamento ocorre de dentro pra fora. A técnica poderá ser realizada de várias maneiras, podendo durar uma,  duas ou até três sessões, dependendo da dificuldade encontrada para chegar a cor desejada.
A estabilidade da cor após o tratamento é variável, o paciente deve seguir as recomendações do dentista. Com a cor do dente estabelecida é removido todo o agente clareador e feito uma restauração final no local.

O clareamento dental interno não gera sensibilidade, pois o dente em questão está com o canal tratado (com tratamento endodôntico), ou seja, a inervação do dente que se localiza dentro do canal não existe mais, portanto neste caso é improvável ter sensibilidade.

O tratamento bem realizado propõe um grande sucesso, pois harmoniza o sorriso. Quando bem indicado é uma solução eficaz. Por isso vale a dica: se você está insatisfeito com o seu sorriso procure um cirurgião dentista e veja as possibilidades de tratamento que existem. Com certeza vai ter alguma que seja viável e deixará seu sorriso mais bonito e com saúde.

Fonte: revista Guarapuava

sexta-feira, 28 de junho de 2013

14 mitos e verdades sobre a saúde bucal



1. Chá-verde escurece os dentes?
Mito
O chá verde, e também o chá preto, possuem muitos corantes e o ideal é não abusar desses produtos. Tomando de forma controlada e fazendo a escovação adequada, pode-se reduzir o escurecimento dentário. Para manter os dentes brancos é importante que se vá ao dentista regularmente e se faça a limpeza profunda periodicamente. Há também processos de clareamento que mantém o brilho e o branco dos dentes.

2. Cigarro causa gengivite?
Verdade
O cigarro possui grande quantidade de substâncias e fumar aumenta a possibilidade de se causar gengivite e até a doença periodontal. É importante frisar que os fumantes devem ter maior cuidado com a saúde bucal para não terem problemas ainda mais graves, fazendo a limpeza periodicamente.

3. Chiclete sem açúcar auxilia contra as cáries?
Mito
Os chicletes ou balas sem açúcar não provocam cáries, mas também não auxiliam contra elas. É ideal que a escovação, além de ser feita após as principais refeições, no mínimo três vezes ao dia, seja realizada após a ingestão de doces.

4. O dente do siso sempre deve ser extraído?
Mito
Depende de sua posição dentro da arcada dentária. Se o crescimento do siso for incomum, “empurrará” o restante dos dentes e pode entortar a arcada. Há casos em que o siso causa desconfortos como dores, e então se torna essencial a extração. Há casos em que o crescimento deste dente não causa nenhum problema e não há a necessidade da extração.

5. Bicabornato de Sódio ajuda a clarear os dentes?
Verdade
Por ser uma substância abrasiva, o bicarbonato de sódio promove a limpeza na superfície do esmalte dos dentes e promove um ligeiro clareamento. Deve-se estar atento porque o bicarbonato de sódio não deve ser utilizado continuamente. Para manter os dentes brancos e saudáveis é importante a consulta a um profissional capacitado como forma de prevenção.

6. Dentes sensíveis se fortalecem com flúor?
Verdade
Normalmente a sensibilidade dos dentes é causada por pequenos canais presentes na superfície dental, em maior quantidade na raiz e o flúor promove uma remineralização e fecha esses pequenos canais.

7. Enxagüantes bucais podem substituir uma escovação?
Mito
A escovação e o fio dental são os métodos mais eficazes para a limpeza dental, os enxaguantes são usados apenas como complemento. Sozinhos, sem a escovação e o fio, eles não têm utilidade nenhuma.

8. Bruxismo (ranger de dentes ao dormir) pode danificar a superfície dental?
Verdade
Como consequência do bruxismo há um desgaste na estrutura dental.

9. Clareamento dental sensibiliza os dentes?
Mito
O clareamento dental em si não causa a sensibilidade, porém alguns dentes são naturalmente sensíveis devido à presença de trincas nas superfícies em casos que a raiz está exposta. Nessas situações o procedimento causará maior sensibilidade, por isso, antes de realizar o clareamento dental o paciente deve passar por uma avaliação para que o processo ocorra da melhor maneira possível.
10. Escova dura limpa melhor
Mito.
Escovas com cerdas duras agridem aos dentes e a gengiva. A escova mais indicada deve ser ultramacia e com grande quantidade de cerdas, que limpam melhor sem agredir o esmalte dos dentes e a gengiva.

11. Escovar os dentes imediatamente logo após as refeições
Mito.
 Deve-se esperar, no mínimo, 30 minutos para escovar os dentes. É o tempo necessário para que a saliva possa agir e neutralizar o Ph dos alimentos e bebidas. O café, o vinho, o refrigerante e o suco de laranja, por exemplo, têm pH inferior a 5,0. Portanto, são ácidos e causam erosão, ou seja, perda da estrutura dental (cálcio). 

12. Usar grande quantidade de pasta dental
Mito.
 A escova com pasta dental desgasta mais o esmalte do que a escova sem pasta. Deve-se usar uma dose pequena, como o tamanho de uma ervilha, por exemplo.

13. É necessário escovar a gengiva e a língua
Verdade.
 Desde que seja com uma escova ultramacia para não causar uma retração gengival. Deve-se passar a escova 50% sobre a gengiva e 50% sobre a estrutura dental, em um ângulo de 45º. A língua também deve ser higienizada, pois é nesta região que as bactérias ficam alojadas. A higienização deve ser feita diariamente.

14. A higienização noturna é a mais importante
Verdade.
 À noite, quando a salivação diminui, deve-se fazer a escovação mais minuciosa.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Halitose





Mais de 80% dos casos de halitose se originam na própria boca. São causados pela ação da flora bacteriana natural da nossa orofaringe sobre os alimentos que ingerimos. Possuímos mais de 600 tipos de bactérias na nossa cavidade oral, muitas delas capazes de produzir gases com odor devido à metabolização de materiais orgânicos, principalmente proteínas.

Dois pontos da cavidade oral são críticos: os dentes e a região posterior da língua, onde frequentemente ocorrem acúmulo da bactérias. O cheiro da halitose provém da produção de gases por bactérias após a metabolização de alimentos que ficam depositados nestas regiões.

Como é previsível, quanto menor for higiene bucal, mais bactérias existirão, mais detritos alimentares permanecerão na cavidade oral e mais intenso será o mau hálito. Inflamações como gengivites e periodontites, causadas por má higiene oral, também favorecem a halitose.

A saliva é uma antisséptico bucal natural. Além de possuir substâncias antibacterianas, ela ajuda no enxague da orofaringe, diminuindo os resíduos de bactérias e alimentos. Quanto mais ressecada for a boca, pior é o hálito.

Língua saburrosa

A saburra lingual, ou língua saburrosa, é outra causa comum de mau hálito. Esta alteração se manifesta como uma placa esbranquiçada composta por bactérias e células descamadas que se aderem à língua. A saburra costuma surgir por falta de hidratação na cavidade oral, geralmente por falta de saliva ou por uma deficiente escovação da língua. Entre outros fatores de risco para a saburra estão dormir de boca aberta, roncar, uso de antissépticos bucais à base de álcool e uso de aparelhos ortodônticos. Escovar a língua e beber bastante água para manter a boca sempre hidratada são simples modos de diminuir a incidência da saburra e, consequentemente, do mau hálito.

Um tipo de mau hálito extremamente comum e normalmente passageiro é aquele que ocorre ao acordarmos. Dois fatos contribuem para essa halitose:

1. Muitas pessoas dormem de boca aberta, levando a um ressecamento da boca durante a noite que, como já foi explicado anteriormente, leva ao mau hálito.

2. Porém, o fator mais importante é outro. Durante o sono, chegamos a ficar mais de 10 horas em jejum. O corpo precisa produzir energia constantemente e em períodos de jejum há pouca glicose disponível como combustível. O organismo passa então a queimar gorduras para produzir energia. A metabolização de gorduras leva à produção de corpos cetônicos, substâncias com odor forte que são eliminadas pelos pulmões. Reparem que toda vez que estamos com muita fome, ou em longos períodos de jejum, ficamos com mau hálito. Felizmente este é fácil de resolver; é só comer.


Tratamento do mau hálito

Como a grande maioria dos casos têm origem na boca, o dentista costuma ser o melhor especialista para diagnosticar e tratar a halitose. Já o otorrinolaringologista pode ser o melhor médico nos casos de mau hálito originado nas amígdalas, faringe ou nariz.

Algumas dicas podem resolver, ou pelo menos aliviar o problema:
  • Adequada higiene oral e uso frequente de fio dental.
  • Check-up dental regular.
  • Gargarejos com antissépticos orais, principalmente à noite.
  • Escovação da língua. Molhe sua escova com antissépticos orais em vez de pasta de dente (dentífrico) para limpar a língua.
  • Ingestão de líquidos para evitar desidratação e ressecamento da boca.
  • Chicletes sem açúcar aumentam a salivação e ajudam a "lavar" a boca. Cinco minutos de mastigação são suficientes.
  • Evitar álcool, café e cigarro.
  • Evitar longos períodos de jejum.
  • Alimentar-se bem no café da manhã.