sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Para parecer jovem, a moda no japão é ter dentes tortos

Enquanto por aqui as pessoas gastam fortunas em busca de dentes brancos e perfeitos, no Japão as mulheres estão procurando clínicas odontológicas para entortar seus dentes. Segundo o jornal americano NY Daily News, ter dentes encavalados dá um ar mais “juvenil”, deixando-as mais bonitas.

Para Emílio Carlos Zanatta, cirurgião-dentista especialista em prótese dentária, é complicado julgar o que é bonito ou não. “Isso é complexo, pois é uma questão que aborda inclusive aspectos culturais de todo o povo, ainda que padrões de beleza possam ser estudados pela matemática, certas diferenças na anatomia, ainda que fora de padrões estabelecidos ao longo do tempo, podem certamente ser classificados como atraentes. O que é atraente, não necessariamente é a perfeição como forma e função”, diz o especialista. 

A cantora Tomomi Itano foi uma das primeiras a lançar moda do sorriso desalinhado, inspiração para que mulheres japonesas procurem tratamentos que entortem os dentes Foto: Getty Images
A cantora Tomomi Itano foi uma das primeiras a lançar moda do sorriso desalinhado, inspiração para que mulheres japonesas procurem tratamentos que entortem os dentes
Foto: Getty Images
Pelo visto é exatamente esse o pensamento sobre estética bucal dos japoneses. Não é à toa que personalidades bastante conhecidas no país, como as cantoras Mika Sugisaki e Tomomi Itano, que têm dentes bem desalinhados e caninos projetados para frente, fazem o maior sucesso e são tidas como musas da beleza. 

Tratamento para entortar os dentes
Por isso que, quem não teve a “sorte” de nascer com os dentes desalinhados no Japão, está recorrendo a tratamentos estéticos especializados para entortá-los. Ainda segundo o jornal, um dos tratamentos, chamado Yaeba, consiste em alongar os caninos das mulheres por meio de próteses, dando a impressão de que os dentes estão encavalados (o que resulta em um efeito vampiresco). “O bom desse tratamento é que se a pessoa se arrepender, ela pode retirar as próteses”, diz Juliana Barreto, dentista da Sorridents. 
Porém, segundo a especialista, é preciso ter cuidado com alterações exageradas na estética dos dentes, principalmente quando são feitas para deixar os dentes desalinhados. “A posição incorreta dos dentes é capaz de alterar as funções mastigatórias, de deglutição, fala, respiração, sono, além de provocar doenças dentárias como gengivites e cárie, devido a dificuldade para higienizar os dentes, o que favorece o acúmulo de tártaro e a doença periodontal”, diz Juliana.

Fonte: saude.terra.com.br

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Tracionamento de caninos.

Antes de nascer (erupcionar), todo dente está incluso. O problema é quando o dente permanece incluso, o que comumente acontece com os terceiros molares (dentes do siso) ou com os caninos superiores, que ocupam o segundo lugar no ranking dos dentes mais afetados por esse problema. E quais os motivos que ocasionam a inclusão dentária? De modo geral, obstáculos mecânicos, patologias, má posição do dente, falta de espaço na arcada e doenças sistêmicas.
É comum que os sisos permaneçam inclusos, e esses dentes não fazem falta ao serem retirados. No entanto, quando isso acontece com os caninos, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais para evitar prejuízos à estética e funcionalidade dos dentes.
Considerado um dos dentes mais importantes da nossa arcada dentária, o canino preocupa principalmente pela questão funcional ligada à mastigação. Por completarem a forma do arco dentário, determinando o contorno da boca, os caninos mantêm a harmonia e a simetria da relação oclusal, além de suportar os movimentos de lateralidade e a carga mastigatória, devido à anatomia da sua raiz.  Entretanto, segundo especialistas, eles apresentam o desenvolvimento e trajetória de erupção mais complexos que os demais dentes tanto que são frequentes, nos consultórios odontológicos, pacientes que apresentam a inclusão dos caninos, especialmente na região palatina, ou céu da boca.
É fundamental que a inclusão dentária seja diagnosticada e tratada adequadamente, especialmente em se tratando dos caninos – de suma importância na cavidade oral –, pois o contrário pode resultar não só no desenvolvimento de problemas estéticos e funcionais, mas também em reabsorções de dentes permanentes, formações císticas, perturbações mecânicas, inflamatórias ou infecciosas, nervosas e até um tumor. “A realização de um criterioso exame clínico e radiográfico é imprescindível para obtenção de um correto diagnóstico e a indicação do tratamento adequado para cada caso. Atualmente, o tracionamento dos caninos inclusos com aparelho ortodôntico é o mais utilizado e tem apresentado ótimos resultados”, afirma Dr. Hamilton Tadeu Pontarola Jr., especialista em Cirurgia e Traumatologia bucomaxilofacial, que há 20 anos realiza esse e outros procedimentos da área.

Estratégia de tratamento

Geralmente, a estratégia de tratamento de caninos inclusos é multidisciplinar e todo paciente nesta situação clínica deve ser submetido a uma avaliação individual da má oclusão, o que requer a participação do cirurgião bucomaxilofacial, ortodontista, especialista em dentística restauradora e periodontista. De acordo com o Dr. Tadeu Pontarola, nos pacientes diagnosticados precocemente, a simples extração seletiva de dentes decíduos (de leite) poderia, em algumas  vezes, normalizar a posição do canino permanente. “No entanto, esse tipo de procedimento é contraindicado em casos de diagnóstico tardio, em que o canino não apresenta mais potencial de erupção”, esclarece o especialista.
A escolha do tratamento deve ser baseada numa série de fatores, tais como: idade do paciente, grau de cooperação e receptividade ao tratamento, relação maxilomandibular, comprimento dos arcos dentais, posição do dente incluso, suspeita de anquilose (fusão do dente no osso), dilaceração, posição e estágio da formação do dente, relação com os dentes vizinhos e presença ou ausência de espaço. De modo geral, a inclusão dos caninos acomete pessoas jovens, mais mulheres do que homens, e os sintomas mais comuns são a ausência de dentes ou permanência dos dentes de leite. “Os principais sinais a serem observados no exame clínico são o atraso de erupção após os 14 anos de idade, retenção prolongada do canino decíduo e elevação da mucosa labial ou palatina do paciente”, esclarece Dr. Pontarola.

Como funciona o tracionamento dos caninos inclusos?

O tracionamento ortodôntico de dentes caninos inclusos tem o objetivo de recolocá-los na posição correta, devolvendo a função mastigatória adequada e restabelecendo a estética do sorriso. Entretanto, para que o procedimento seja eficiente, além do diagnóstico precoce, é preciso que ele seja executado por meio da técnica adequada. “É fundamental que se determine a exata localização do canino incluso, a fim de que o correto planejamento do procedimento cirúrgico e do tratamento ortodôntico possa ser realizado, avaliando-se a relação do dente envolvido com outras estruturas para evitar imprevistos”, alerta o cirurgião. 
De maneira geral, a inclusão de caninos pode também estar relacionada à hereditariedade, deficiências endócrinas, outras patologias e irradiação. Estima-se que até 2% da população seja acometida pelo problema e o prognóstico da intervenção ortodôntica dos caninos que não erupcionaram depende de muitos fatores, principalmente da posição, da angulação do canino na maxila e da possibilidade da presença de anquilose. “A combinação do tratamento cirúrgico-ortodôntico é uma das opções mais empregadas nos casos onde existe um bom prognóstico. No entanto, devemos estar cientes das vantagens e riscos do tratamento, como, por exemplo, a anquilose, a perda de vitalidade do dente e de tecido de sustentação, assim como as reabsorções do canino e dos dentes adjacentes”, adverte Dr. Pontarola.
Para que o tracionamento do canino incluso seja realizado, primeiro o cirurgião bucomaxilofacial retira o tecido e eventual resíduo ósseo sobre o dente, depois é feita a colagem de um acessório ortodôntico (bracket) sobre a coroa do mesmo, ligado a um fio de amarrilho que servirá de apoio para o tracionamento do dente em questão, posicionando-o na linha de oclusão. “Em alguns casos, realizamos mini-implantes (miniparafusos) provisórios como forma de ancoragem desses dentes inclusos, que servirão de apoio para o tracionamento”, acrescenta o especialista.
Diversas são as metodologias existentes para tracionar e alinhar caninos inclusos, dentre elas os aparelhos ortodônticos fixos ou removíveis, a utilização de ancoragem na mesma arcada ou na arcada oposta e a utilização de forças provindas de magnetos associados à placa removível. “O importante é a escolha do procedimento adequado para cada caso, e que o cirurgião tenha habilidade e domínio da técnica a ser executada, propiciando um campo cirúrgico seco para se obter os melhores resultados”, finaliza Dr. Tadeu Pontarola. Um dos fatores que contribuem para o sucesso do tracionamento de caninos inclusos é também o controle dos efeitos colaterais e a montagem de um sistema de ancoragem eficiente, que não afete os tecidos e os dentes adjacentes.

Células-tronco da polpa do dente de leite 

A polpa do dente é uma pequena massa de tecido vivo, composta de vasos sanguíneos, nervos e células-tronco. Essas células são denominadas células-tronco mesenquimais multipotentes, o que significa que elas têm ampla capacidade de se transformar em diversos tipos de células.
A Pontarola Odontologia realiza a coleta dos dentes decíduos (de leite) para armazenamento da polpa, o que traz inúmeros benefícios para a saúde e permite futuros tratamentos de doenças degenerativas.
A obtenção da polpa do dente de leite é um processo não invasivo que pode ser feito naturalmente durante o período de troca dos dentes da criança, entre os 5 e 12 anos. Essas células-tronco são células jovens e de excelente qualidade e quantidade, portanto ideais para armazenagem. Procure mais informações com seus especialistas.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Gengiva inflamada: O que fazer?


Este problema necessita de tratamentos higiênicos e clínicos

Gengiva inflamada pode ser sinal de gengivite. Deve-se observar se ocorre sangramento durante a escovação dos dentes, ou quando se consome alimentos mais duros e se as gengivas estão inchadas. Isso mostra uma possível inflamação nas gengivas conhecida como gengivite.

Causas:

Deve ser tratada imediatamente, pois pode provocar doenças mais graves nas gengivas, podendo gerar a retração das gengivas, perda dos dentes e mau hálito crônico. As causas que podem contribuir para uma gengiva inflamada são:

- Higiene bucal inadequada;
- Consumo de alimentos duros;
- Cigarro;

Este problema necessita de tratamentos higiênicos e clínicos para ser curado totalmente. Uma gengiva inflamada é percebível devido à coloração escura no tecido que reveste a estrutura óssea da arcada dentária.

Uma das causas mais comuns para o surgimento da gengivite está no excesso de placas bacterianas nos dentes, devido a uma limpeza bucal inadequada, como citado acima. Porém, deve-se ter uma atenção sobre as outras causas que podem levar a inflamação das gengivas, podendo ter origem em vícios de narcóticos, mudanças hormonais, herança genética ou devido a doenças funcionais como a AIDS e diabetes que são males irreversíveis.


Tratamento:


Quando a gengiva já está muito inflamada, inchada e dolorida, apresentando coloração escura, o principal conselho é a procura de uma consulta odontológica. Apenas um dentista poderá remover toda a placa bacteriana que está penetrada no tecido fibroso, o mesmo utilizará materiais e técnicas específicas que darão uma garantia de uma boa saúde bucal.

Depois é de extrema importância seguir o tratamento que o dentista recomendar e começar a tomar maiores cuidados com relação à higiene todos os dias para que o problema seja evitado e combatido da melhor forma possível.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Mais um ano se passou e nos da Clinica Crescita Odontologia Moderna gostariamos de agradecer a todos nossos pacientes pela confiança depositada.
Desejamos a todos boas festa, muita paz, amor e muitos sorrisos.

Aproveitamos para comunicar que os dentistas encerram suas atividades sesta-feira dia 19/12/2014 e retornam dia 12/01/2015.
Nossa secretária estará na clinica até dia 23/12/2014 e retorna sua atividade no dia 05/01/2015.
Nesse intervalo em caso de urgência estaremos atendendo em esquema de plantão, então se necessário mande um e-mail para odontologia@clinicacrescita.com.br que um de nossos dentistas entrará em contato com você.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Assista esse vídeo e conheça um pouco mais sobre a tecnologia Invisalign

O vídeo abaixo mostra toda tecnologia envolvida no tratamento ortodôntico através do sistema Invisalign.
Agende sua consulta e tire todas suas dúvidas.
Clínica Crescità Odontologia Moderna - www.clinicacrescita.com.br



Dr.Flavio Goulart - Gestor Clínico

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Mito ou verdade? Tomar café escurece os dentes?


Uma das bebidas mais consumidas em todo mundo é o café. É um hábito da sociedade ingerir o famoso cafezinho, seja após acordar ou durante aquela reunião. Esse líquido poderoso é, ainda, um importante aliado na hora de enfrentar um longo dia de trabalho. Mas ele também pode ser um vilão e causar o escurecimento dental.

O café é um alimento pigmentado e o seu consumo em excesso pode ser um fator significativo para o amarelamento dos dentes. Ele pode causar a pigmentação do esmalte dentário e impulsionar o surgimento de pequenas manchas amareladas e alaranjadas, o que, por sua vez, pode motivar constrangimentos na hora de conversar e sorrir.

Como cuidar
Uma vez que você não possui os dentes amarelados, evitar bebidas como o café, vinho tinto e chás são boas formas de manter as manchas longe dos seus dentes. Se não é possível evitar o consumo de alimentos pigmentados, fazer bochechos com água após ingerir esse tipo de bebida é uma forma de amenizar o aparecimento de manchas. Para melhorar a sua saúde bucal, faça a higienização completa após as refeições ou sempre que possível.
Para melhorar a aparência dos dentes, o clareamento a laser feito em consultórios é uma ótima opção. Com esse procedimento, os seus dentes poderão voltar a brilhar como nunca!

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Hora certa de tirar os dentes do siso.

Aguardar pelos sintomas de incômodo na gengiva pode ser uma grande roubada para a saúde da sua boca

Como os sisos normalmente despontam em uma idade que coincide com o início das responsabilidades da vida adulta, é inevitável: basta alguém dizer que arrancou o terceiro molar para ouvir a piada de que perdeu o juízo. A ironia é que dois estudos americanos sugerem que a falta de senso pode estar justamente em mantê-lo. Isso porque, sem acompanhamento e higiene adequados, esses dentes camuflam encrencas graves. 
 
Embora a maioria só procure o dentista depois de sentir a dor provocada quando o siso rasga a gengiva, especialistas indicam que o melhor período para retirá-lo é entre os 15 e os 18 anos ou antes de ele irromper. "Nessa faixa etária, a raiz não está completamente formada, tem cerca de dois terços, e o osso é mais maleável", justifica Marisa Gabrielli, cirurgiã bucomaxilofacial da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Araraquara, no interior paulista. Além disso, lembra o também cirurgião Gustavo Giordani, do Ateliê Oral, em São Paulo, a recuperação de um adolescente é mais rápida que a de um adulto. "O ideal é fazer o monitoramento com radiografias a partir dos 15 anos, para avaliar o momento mais oportuno", ele sugere. 
 

Os riscos de mantê-los

Se houver espaço suficiente para o dente se acomodar, é possível conviver com ele, mas assumindo o risco de encarar alguns dramas. Um panorama da encrenca que isso pode causar vem da Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos. Ali, um estudo avaliou sisos sem nenhum sinal de que algo estava errado e descobriu um grande número de casos de infecções silenciosas capazes de afetar a gengiva, a raiz e os ossos da face. "Por isso, se a decisão for mantê-lo, é preciso fazer exames de imagem periódicos para detectar doenças antes de surgirem complicações", adverte Robert Marciani, autor do trabalho. 
 
Até porque a enrascada pode ir além da boca, como mostra outra pesquisa americana, da Universidade da Carolina do Norte. Feita em pacientes com o siso baqueado, ela constatou um aumento da proteína C-reativa, que indica a presença de inflamação no organismo. "Essa molécula é diretamente relacionada a panes cardiovasculares, principalmente infartos e derrames", alerta José Flávio Torezan, cirurgião bucomaxilofacial do Hospital-Sírio Libanês, em São Paulo. 
 
A lista de fatores apontados por especialistas para sua retirada preventiva é considerável. Para começar, esse componente tardio da dentição gosta de nascer em posições inconvenientes e danificar os vizinhos, isso quando não se infiltra no osso. Ele vive também em constante movimentação angular. Quando está parcialmente erupcionado, fica exposto às bactérias que causam cáries e infecções. Existe ainda a probabilidade de aparecerem cistos e tumores em seu entorno. 
 

Sem temer a cirurgia 

Para os que tremem só de pensar na cadeira do dentista, Augusto Pary, cirurgião bucomaxilofacial do Rio de Janeiro, garante que a operação é relativamente fácil, principalmente se for feita no momento adequado. "O procedimento tem índice muito baixo de complicação, por isso vale a pena tirar logo esses dentes e ficar livre de problemas", ele recomenda. 
 
Utiliza-se a anestesia local, e um tranquilizante é bem-vindo. "Ele ajuda o paciente a relaxar, mas não impede que fique acordado. Isso facilita o trabalho do profissional", explica Pary. Em casos críticos - e raros -, é possível lançar mão da anestesia geral e a intervenção é feita em hospital. Já o pós-operatório... Vamos ser honestos e dar logo a má notícia. Ele é, sim, bastante dolorido, provoca inchaço e dificulta a alimentação. Muitos acham mais seguro arrancar dois sisos por vez, de modo que um lado da boca garanta a mastigação. A questão é que a movimentação torna a recuperação mais traumática, motivo pelo qual há quem recomende resolver tudo numa tacada só. 
 
"Se a pessoa tirar dois ou quatro dentes, a dificuldade será a mesma", opina José Flávio Torezan. "Não é melhor então sofrer uma única vez? Serão três ou quatro dias de molho, com alimentação pastosa, e pronto", aconselha. Para Gustavo Giordani, cabe ao paciente tomar a decisão que o deixe mais seguro e, seja ela qual for, o importante é não descuidar da higiene da boca nesse período. Deve-se optar por uma escova ultramacia e fazer movimentos suaves, usando também os antissépticos receitados pelo dentista. 
 

Seres evoluídos

Alguns poucos sortudos nem tomam conhecimento dessa novela toda, porque simplesmente não têm os terceiros molares. Pela evolução natural humana, essa ausência está se tornando mais comum nas últimas décadas, sem que isso represente prejuízos funcionais ou estéticos. "O problema é quando apenas um deles não aparece", constata Giordani. "Nesse caso, o siso que surge ficará sem par na mordida. Assim, mesmo com espaço, é preciso removê- lo, já que não terá antagonista", afirma. 
 
A regra de ouro, portanto, é acompanhar o crescimento dos dentes. Depois, o de sempre: escovação correta, fio dental mesmo naqueles mais escondidinhos e, claro, nada de fugir da visita ao odontologista. "O ideal é aparecer a cada seis meses. Se não for possível, pelo menos uma vez por ano", pondera Torezan. Tenha juízo e o seu sorriso agradece.
 
Fonte: mdemulher