sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Mito ou verdade? Tomar café escurece os dentes?


Uma das bebidas mais consumidas em todo mundo é o café. É um hábito da sociedade ingerir o famoso cafezinho, seja após acordar ou durante aquela reunião. Esse líquido poderoso é, ainda, um importante aliado na hora de enfrentar um longo dia de trabalho. Mas ele também pode ser um vilão e causar o escurecimento dental.

O café é um alimento pigmentado e o seu consumo em excesso pode ser um fator significativo para o amarelamento dos dentes. Ele pode causar a pigmentação do esmalte dentário e impulsionar o surgimento de pequenas manchas amareladas e alaranjadas, o que, por sua vez, pode motivar constrangimentos na hora de conversar e sorrir.

Como cuidar
Uma vez que você não possui os dentes amarelados, evitar bebidas como o café, vinho tinto e chás são boas formas de manter as manchas longe dos seus dentes. Se não é possível evitar o consumo de alimentos pigmentados, fazer bochechos com água após ingerir esse tipo de bebida é uma forma de amenizar o aparecimento de manchas. Para melhorar a sua saúde bucal, faça a higienização completa após as refeições ou sempre que possível.
Para melhorar a aparência dos dentes, o clareamento a laser feito em consultórios é uma ótima opção. Com esse procedimento, os seus dentes poderão voltar a brilhar como nunca!

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Hora certa de tirar os dentes do siso.

Aguardar pelos sintomas de incômodo na gengiva pode ser uma grande roubada para a saúde da sua boca

Como os sisos normalmente despontam em uma idade que coincide com o início das responsabilidades da vida adulta, é inevitável: basta alguém dizer que arrancou o terceiro molar para ouvir a piada de que perdeu o juízo. A ironia é que dois estudos americanos sugerem que a falta de senso pode estar justamente em mantê-lo. Isso porque, sem acompanhamento e higiene adequados, esses dentes camuflam encrencas graves. 
 
Embora a maioria só procure o dentista depois de sentir a dor provocada quando o siso rasga a gengiva, especialistas indicam que o melhor período para retirá-lo é entre os 15 e os 18 anos ou antes de ele irromper. "Nessa faixa etária, a raiz não está completamente formada, tem cerca de dois terços, e o osso é mais maleável", justifica Marisa Gabrielli, cirurgiã bucomaxilofacial da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Araraquara, no interior paulista. Além disso, lembra o também cirurgião Gustavo Giordani, do Ateliê Oral, em São Paulo, a recuperação de um adolescente é mais rápida que a de um adulto. "O ideal é fazer o monitoramento com radiografias a partir dos 15 anos, para avaliar o momento mais oportuno", ele sugere. 
 

Os riscos de mantê-los

Se houver espaço suficiente para o dente se acomodar, é possível conviver com ele, mas assumindo o risco de encarar alguns dramas. Um panorama da encrenca que isso pode causar vem da Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos. Ali, um estudo avaliou sisos sem nenhum sinal de que algo estava errado e descobriu um grande número de casos de infecções silenciosas capazes de afetar a gengiva, a raiz e os ossos da face. "Por isso, se a decisão for mantê-lo, é preciso fazer exames de imagem periódicos para detectar doenças antes de surgirem complicações", adverte Robert Marciani, autor do trabalho. 
 
Até porque a enrascada pode ir além da boca, como mostra outra pesquisa americana, da Universidade da Carolina do Norte. Feita em pacientes com o siso baqueado, ela constatou um aumento da proteína C-reativa, que indica a presença de inflamação no organismo. "Essa molécula é diretamente relacionada a panes cardiovasculares, principalmente infartos e derrames", alerta José Flávio Torezan, cirurgião bucomaxilofacial do Hospital-Sírio Libanês, em São Paulo. 
 
A lista de fatores apontados por especialistas para sua retirada preventiva é considerável. Para começar, esse componente tardio da dentição gosta de nascer em posições inconvenientes e danificar os vizinhos, isso quando não se infiltra no osso. Ele vive também em constante movimentação angular. Quando está parcialmente erupcionado, fica exposto às bactérias que causam cáries e infecções. Existe ainda a probabilidade de aparecerem cistos e tumores em seu entorno. 
 

Sem temer a cirurgia 

Para os que tremem só de pensar na cadeira do dentista, Augusto Pary, cirurgião bucomaxilofacial do Rio de Janeiro, garante que a operação é relativamente fácil, principalmente se for feita no momento adequado. "O procedimento tem índice muito baixo de complicação, por isso vale a pena tirar logo esses dentes e ficar livre de problemas", ele recomenda. 
 
Utiliza-se a anestesia local, e um tranquilizante é bem-vindo. "Ele ajuda o paciente a relaxar, mas não impede que fique acordado. Isso facilita o trabalho do profissional", explica Pary. Em casos críticos - e raros -, é possível lançar mão da anestesia geral e a intervenção é feita em hospital. Já o pós-operatório... Vamos ser honestos e dar logo a má notícia. Ele é, sim, bastante dolorido, provoca inchaço e dificulta a alimentação. Muitos acham mais seguro arrancar dois sisos por vez, de modo que um lado da boca garanta a mastigação. A questão é que a movimentação torna a recuperação mais traumática, motivo pelo qual há quem recomende resolver tudo numa tacada só. 
 
"Se a pessoa tirar dois ou quatro dentes, a dificuldade será a mesma", opina José Flávio Torezan. "Não é melhor então sofrer uma única vez? Serão três ou quatro dias de molho, com alimentação pastosa, e pronto", aconselha. Para Gustavo Giordani, cabe ao paciente tomar a decisão que o deixe mais seguro e, seja ela qual for, o importante é não descuidar da higiene da boca nesse período. Deve-se optar por uma escova ultramacia e fazer movimentos suaves, usando também os antissépticos receitados pelo dentista. 
 

Seres evoluídos

Alguns poucos sortudos nem tomam conhecimento dessa novela toda, porque simplesmente não têm os terceiros molares. Pela evolução natural humana, essa ausência está se tornando mais comum nas últimas décadas, sem que isso represente prejuízos funcionais ou estéticos. "O problema é quando apenas um deles não aparece", constata Giordani. "Nesse caso, o siso que surge ficará sem par na mordida. Assim, mesmo com espaço, é preciso removê- lo, já que não terá antagonista", afirma. 
 
A regra de ouro, portanto, é acompanhar o crescimento dos dentes. Depois, o de sempre: escovação correta, fio dental mesmo naqueles mais escondidinhos e, claro, nada de fugir da visita ao odontologista. "O ideal é aparecer a cada seis meses. Se não for possível, pelo menos uma vez por ano", pondera Torezan. Tenha juízo e o seu sorriso agradece.
 
Fonte: mdemulher

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

O que é e como funciona. INVISALIGN



INVISALIGN é a alternativa quase invisível aos aparelhos ortodônticos convencionais, porque ao invés de movimentar os dentes por meio de peças coladas  aos dentes do paciente, o INVISALIGN utiliza jogos de moldeiras  sequenciais removíveis, chamadas de alinhadores, que são feitos sob medida para cada etapa do tratamento. Estes alinhadores  são praticamente invisíveis e reposicionam seus dentes passo a passo para conseguir o sorriso que você deseja. INVISALIGN Invisalign INVISALIGN Invisalign INVISALIGN Invisalign INVISALIGN Invisalign
 Ao iniciar o tratamento o paciente já saberá quantos alinhadores INVISALIGN  utilizará no seu tratamento e terá uma ideia aproximada da duração do tratamento, porque normalmente cada alinhador  é utilizado por duas semanas, 22 horas por dia.  INVISALIGN Invisalign INVISALIGN Invisalign INVISALIGN Invisalign INVISALIGN Invisalign INVISALIGN Invisalign INVISALIGN 
Por não utilizar peças coladas aos dentes e por consequência não utilizar  fios ortodônticos, o conforto e a facilidade de higienização proporcionados  pelo Invisalign são inigualáveis. O paciente tem o conforto de poder se alimentar sem nenhum aparelho na boca e pode realizar a sua higiene bucal sem nenhuma dificuldade adicional, o que no tratamento convencional é impossível!  Quem já usou aparelho fixo convencional sabe da dificuldade que é passar o fio dental entre os braquetes, o que acaba facilitando a ocorrências de cáries e gengivites. O paciente Invisalign não tem essa dificuldade e por esse motivo, o INVISALIGN é muito indicado para crianças e pacientes que possuem comprometimento na saúde da gengiva, como as gengivites e periodontites. INVISALIGN Invisalign INVISALIGN Invisalign INVISALIGN Invisalign INVISALIGN Invisalign
O INVISALIGN pode ser utilizado para tratar a maioria dos problemas comuns na ortodontia, e é indicado tanto para pacientes adultos como adolescentes. INVISALIGN Invisalign INVISALIGN Invisalign INVISALIGN Invisalign INVISALIGN Invisalign INVISALIGN Invisalign
É importante salientar que o tratamento com INVISALIGN é realizado somente por profissionais credenciados pela Invisalign do Brasil, que por sua vez só credencia Cirurgiões-Dentistas especializados em Ortodontia e reconhecidos pelo Conselho Federal de Odontologia, garantindo assim que o paciente será atendido por profissionais especializados nesta área de atuação.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Invisalign, você sabe o que é?

Invisalign é um aparelho quase invisível utilizado para corrigir a posição dos dentes.
É o que há de mais modereno em termos de ortodontia, consiste de uma série de alinhadores fabricados nos EUA, que vão movimentando seus dente até chegar na posição ideal.
O plano de tratamento é todo visualizado através de um software chamado ClinCheck, onde visualizamos em 3D a boca do paciente, o movimento dentário e o tempo de tratamento.
O Invisalign une tecnologia e praticidade no tratamento ortodôntico.
Ligue, marque uma avaliação e saiba mais sobre Invisalign.

Clínica Crescità Odontologia Moderna - 11-3895-9001
odontologia@clinicacrescita.com.br
www.clinicacrescita.com.br


sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Chegou a hora de tirar o aparelho! E agora? 


Você é um VENCEDOR!
 
Sobreviveu a meses de tratamento, evitou comer muita coisa dura, evitou muito refrigerante, bala, pipoca... Sentiu os dentes doloridos, ficou triste quando saiu uma pecinha do aparelho, escovou da melhor maneira possível, usou metros e metros de fio dental, comprou muito colutório para bochechar... Meus parabéns!
Seu dia chegou!



E o que acontece no dia em que o dentista marcou para remover seu aparelho fixo? Como se remove o bráquete que está colado?



Os bráquetes são removidos com alicates especiais, um por um. A resina que foi usada como cola ainda ficará na superfície dos dentes, exigindo que sejam removidas com uma broca especial para essa finalidade.



As bandas (aneis metálicos) também são removidas com alicate apropriado. Geralmente o cimento usado para colar essas peças ainda ficam sobre os dentes, exigindo remoção com instrumento apropriado.

Depois de removida a resina, geralmente se usam discos de lixa, para um melhor polimento do esmalte. Depois um polimento com pedra pomes e por fim um jato de bicarbonato para remover detritos entre os dentes e propiciar uma limpeza melhor.


 
Após removido o aparelho geralmente se faz a moldagem das arcadas superior e inferior para a posterior confecção de aparelhos de contenção que devem ser colocados dentro de no máximo 48 horas. Se você é do tipo que sente ânsia de vômito, avise seu dentista com antecedência. Essa moldagem é igual a que foi feita  no dia  que você fez a documentação ortodôntica.


Ajustes oclusais geralmente podem ser feitos em alguns dentes.
O aparelho de contenção também pode ser confeccionado antes de removidos os aparelhos fixos. Para isso é necessário fazer a moldagem com o paciente usando os aparelhos. Remover dos modelos de gesso o "aparelho"  e então confeccionar as contenções. esse método é bom, porque ao tirar o aparelho fixo já se coloca imediatamente a contenção. A desvantagem é que ao remover o "aparelho" do modelo de gesso para se fazer a contenção, isso poderá provocar falhas na adaptação e retenção do aparelho removível.


Importante lembrar que todos os dentistas cobram uma taxa por esse aparelho. E que essa taxa depende de cada dentista, de cada consultório, de cada cidade... Ok?
E se você perder ou quebrar seu aparelho, com certeza terá que pagar para fazer outro e também para consertar.
Tudo ficou muito bonito, e agora escovar e usar o fio dental é muito mais fácil. Felicidade maior é comer tudo o que se quer, seja "duro" ou não...

Mas a fase de contenção é a fase mais difícil do tratamento ortodôntico!
Sim, porque removidos seus aparelhos fixos, não significa que seu tratamento ACABOU!!!
Se você não usar o aparelho removível de contenção  e não cuidar direitinho de sua contenção fixa, OS DENTES PODEM MUDAR DE POSIÇÃO! E MUDAM MESMO!!

Fonte: Ortodontia é arte.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Exercícios pesados fazem mal para os dentes?

O exercício vigoroso é bom para quase todo o corpo - exceto talvez os dentes, de acordo com um novo estudo surpreendente de atletas. O estudo, publicado no The Scandinavian Journal of Medicine & Science in Sports, constatou que o treinamento pesado pode contribuir para problemas dentários de maneiras inesperadas.

Houve sugestões no passado que os atletas podem ter um risco aumentado de cáries e outros problemas bucais. Em um estudo publicado no ano passado no British Journal of Sports Medicine, os dentistas que examinou 278 atletas nos Jogos Olímpicos de Verão de 2012 em Londres, informou que a maioria exibida "saúde bucal pobre", incluindo altos níveis de cárie dentária, muitas vezes em conjunto com a doença de goma e a erosão do esmalte dentário. Os atletas vieram dos Estados Unidos e da Europa, bem como partes menos desenvolvidas do mundo, ea maioria teve acesso à odontologia de boa qualidade, embora muitos não tinha visitado o dentista no último ano.

O estudo não analisou por que os atletas estavam em tal alto risco de problemas dentários, embora muitos de nós poderíamos supor que as bebidas esportivas açucaradas e bares seria uma causa primária. Outros estudos, no entanto, têm encontrado pouca ou nenhuma ligação entre o consumo de bebidas esportivas e desenvolver cáries.

Então, para entender melhor o que está acontecendo dentro da boca dos atletas, pesquisadores da Faculdade de Odontologia do Hospital Universitário de Heidelberg na Alemanha e outras instituições recrutaram 35 triatletas competitivos e 35 adultos saudáveis ​​pareados por idade e gênero que não eram atletas.

Todos os voluntários visitaram laboratório dental do hospital para um exame oral completo, incluindo a coleta de sua saliva, depois de terem sido sentado calmamente. Eles também completaram questionários sobre suas dietas, incluindo o consumo de bebidas esportivas e outras bebidas, suas rotinas de higiene oral normal, e os seus hábitos de exercício, se houver.

Quinze dos atletas também completou uma corrida cada vez mais extenuante de cerca de 35 minutos em uma pista ao ar livre, durante o qual sua saliva foram coletadas várias vezes.

Em seguida, os pesquisadores compararam os dentes e saliva dos grupos, que acabou por ser diferente em contar maneiras.

Comparado com o grupo controle, os atletas mostraram significativamente maior erosão do seu esmalte do dente. Eles também tendem a ter mais cavidades, com o risco aumentando à medida que o tempo de treinamento de um atleta cresceu. Acima de tudo, os mais horas que um atleta passou a trabalhar fora, o mais provável é que ele ou ela era ter cáries.

Os pesquisadores não encontraram nenhuma correlação, no entanto, entre os que consomem bebidas esportivas ou de quaisquer outros elementos de dietas dos atletas e da sua saúde oral.

Eles também não encontraram diferenças na quantidade ou na composição química da saliva de seus voluntários após os atletas e os não-atletas tinha sido em repouso.

Mas essa situação mudou quando os atletas trabalhados. Durante os ensaios experimentais, a quantidade de saliva que eles produziram progressivamente diminuído, o que significa que suas bocas se tornou mais seco, independentemente de terem consumido água ou outras bebidas durante o treino. A composição química da saliva também mudou, ficando mais alcalino que o treino continuou. O excesso de alcalinidade na saliva se pensa contribuir para o desenvolvimento das placas de tártaro nos dentes e outros problemas.

A extensão das mudanças na saliva dos atletas durante um treino foram uma surpresa, disse o Dr. Cornelia Frese, um dentista sênior do Hospital da Universidade de Heidelberg, que liderou o estudo.

"Tínhamos pensado bebidas esportivas e nutrição pode ter a influência mais negativo sobre a cárie dentária", disse ela, "mas não vimos nenhuma ligação direta" entre eles. Ao contrário, foi as mudanças na saliva durante o exercício que diferenciaram a boca dos atletas das do grupo controle. Desde saliva "tem uma função muito protetor" para os dentes, Dr. Frese disse, ter menos do mesmo ou uma versão quimicamente diferente durante o exercício poderia ser problemático.

Mas, ela adverte, este estudo foi pequeno, de curto prazo e, em muitos aspectos não representativos dos riscos orais a maioria de nós provavelmente enfrentaria a partir do exercício. "Os atletas participantes de nosso estudo teve um tempo de treinamento semanal média de nove horas", disse ela. Eram, no jargão técnico, hard-core.

"Tudo o que podemos dizer" com base nos dados desse grupo, ela disse, "é que o treinamento de resistência prolongada pode ser um fator de risco para a saúde oral." Se o exercício menos frequente ou intenso igualmente afetaria a saúde bucal é incerto, mas improvável, o Dr. . disse Frese.

Ainda assim, existem algumas precauções que qualquer pessoa que exerce e tem preocupações sobre sua saúde bucal pode querer tomar, disse ela. Beber água durante os exercícios pode ser um começo, embora a ligação entre a hidratação ea saúde bucal não está cientificamente provado, disse o Dr. Frese. De modo mais geral, escova e fio dental, como você sabe que deveria. E se você é um sério atleta de resistência, considere visitar um dentista com especialização em odontologia desportiva, disse ela. O objetivo é garantir que os dentes permanecem em tão boa forma quanto o resto de vocês.


Fonte: well.blogs.nytimes.com

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

A falta de vitamina C pode favorecer a gengivit

As condições patológicas do tecido das gengivas podem ter muitas causas, mas não esqueça levar em consideração a má nutrição. A quantidade inadequada de vitamina C pode promover gengivas sangrantes que, se não forem tratadas, podem evoluir a uma gengivite. A vitamina C também ajuda que o organismo faça a manutenção e a reparação dos ossos, os dentes e as cartilagens, além de ajudar na cicatrização das feridas.
Se você sofre de gengivas sangrantes e seu dentista descarta uma higiene dental inadequada, reavalie sua dieta. Assegure-se de consumir abundantes alimentos ricos em vitamina C. Não são difíceis de achar. As laranjas, as cenouras, as batatas-doces e os pimentões vermelhos são especialmente ricos em vitamina C. Trate de obter vitamina C de frutas e vegetais frescos, em lugar de sucos de fruta e vegetais. Além de ter alto conteúdo de açúcar, a maioria dos sucos de fruta são muito ácidos, e podem facilitar a erosão do esmalte dental. Os sucos de fruta são bons em pequenas quantidades, mas beba-os com as comidas, ou na medida do possível use um sorvete, para minimizar o contato do suco com os dentes.
A vitamina C é hidrossolúvel, o que significa que o organismo não a armazena por períodos prolongados e é necessário consumi-la todos os dias. Os suplementos multivitamínicos ou de vitamina C podem ajudar a obter o suficiente, especialmente se você estiver doente ou segue uma dieta restritiva, e tem problemas para comer variedade de frutas e vegetais. Muitas fórmulas multivitamínicas contêm vitamina C, ou ela pode ser achada em um suplemento individual. O Instituto de Medicina recomenda 90 miligramas por dia para homens maiores de 18 anos e 75 miligramas por dia para mulheres maiores de 18 anos.

Fonte: Oral B