sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Câncer bucal

O que é o câncer bucal?
É um tipo de câncer que geralmente ocorre nos lábios (mais freqüentemente no lábio inferior), dentro da boca, na parte posterior da garganta, nas amígdalas ou nas glândulas salivares. É mais freqüente em homens do que em mulheres e atinge principalmente pessoas com mais de 40 anos de idade. O fumo, combinado com o excesso de bebida alcóolica, é um dos principais fatores de risco.
Se não for detectado de maneira precoce, o câncer bucal pode exigir tratamentos que vão da cirurgia (para a sua remoção) à radioterapia ou quimioterapia. Este câncer pode ser fatal, com uma taxa de sobrevivência de cinco anos de 50%*. Uma das razões pelas quais este prognóstico é tão negativo é o fato de que os primeiros sintomas não serem reconhecidos logo. O diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento.
Quais os sintomas deste tipo de câncer?
Nem sempre é possível visualizar os primeiros sinais que indicam a existência do câncer bucal, o que aumenta a importância das consultas regulares com o dentista ou o médico. Seu dentista foi preparado para detectar os primeiros sinais do câncer bucal. Contudo, além das consultas regulares, é preciso que você fale com seu dentista se perceber qualquer dos sinais abaixo:
  • Ferida nos lábios, gengiva ou no interior da boca, que sangra facilmente e não parece melhorar;
  • Um caroço ou inchaço na bochecha que você sente ao passar a língua;
  • Perda de sensibilidade ou sensação de dormência em qualquer parte da boca;
  • Manchas brancas ou vermelhas na gengiva, língua ou qualquer outra parte da boca;
  • Dificuldade para mastigar ou para engolir;
  • Dor sem razão aparente ou sensação de ter algo preso na garganta;
  • Inchaço que impede a adaptação correta da dentadura.
  • Mudança na voz.
Como evitar o câncer bucal?
Se você não fuma nem masca tabaco, não comece a fazê-lo. O uso do tabaco é responsável por 80 a 90% das causas de câncer bucal.**
Fumo —A ligação entre o fumo, o câncer pulmonar e as doenças cardíacas já foi estabelecida (1). O fumo também afeta sua saúde geral, tornando mais difícil o combate a infecções e a reparação de ferimentos ou de cirurgias. Em adultos jovens, este hábito pode retardar o crescimento e dificultar o desenvolvimento. Muitos fumantes afirmam não sentir mais o odor ou sabor tão bem como antes. O fumo também pode causar mau hálito e manchar os dentes.
Sua saúde bucal está em perigo cada vez que você acende um cigarro, um charuto ou um cachimbo. Com esta atitude, suas chances de desenvolver câncer na laringe, na boca, na garganta e no esôfago aumentam. Como muitas pessoas não notam ou simplesmente ignoram os sintomas iniciais, o câncer bucal muitas vezes se espalha antes de ser detectado.
Mascar tabaco: — O hábito de mascar tabaco eleva em 50 vezes a possibilidade de se desenvolver o câncer bucal.
O melhor a se fazer é não fumar nem usar quaisquer outros produtos derivados do tabaco. Quando uma pessoa pára de usar esses produtos, mesmo depois de vários anos de consumo, o risco de contrair câncer bucal se reduz significativamente. O consumo excessivo de bebidas alcoólicas também aumenta o risco de câncer bucal. A combinação fumo/álcool torna esse risco ainda muito maior.
Como se trata o câncer bucal?
Depois do diagnóstico, uma equipe de especialistas (que inclui um cirurgião dentista) desenvolve um plano de tratamento especial para cada paciente. Quase sempre a cirurgia é indispensável, seguida de um tratamento de radio ou quimioterapia. É essencial entrar em contato com um profissional que esteja familiarizado com as mudanças produzidas na boca por essas terapias.
Que efeitos colaterais a radioterapia produz na boca?
Quando a radioterapia é usada na área de cabeça e pescoço, muitas pessoas experimentam irritação ou ressecamento da boca, dificuldade de deglutir e perda do paladar. A radiação também aumenta o risco de cáries e, por isso, é muito mais importante cuidar bem da boca e da garganta neste período.
Converse com seu dentista e seu médico oncologista sobre os problemas bucais que você possa ter durante ou depois do tratamento. Antes de começar a radioterapia, não se esqueça de discutir com seu dentista os possíveis efeitos colaterais e a forma de evitá-los.
Como manter a saúde bucal durante a terapia?
Use uma escova macia depois das refeições e fio dental diariamente. Evite condimentos e alimentos ásperos como vegetais crus, nozes e biscoitos secos. Evite o fumo e o álcool. Para não ficar com a boca seca os doces e chicletes não devem conter açúcar.
Antes de começar a radioterapia, consulte seu dentista e faça uma revisão completa dos seus dentes e peça ao dentista para conversar com seu oncologista.
 
Site: Colgate

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Que o natal e o Ano Novo sejam uma porta aberta para novos sonhos, renovaçoes de fé e muita paz para nosso mundo.
Agradecemos nossos pacientes por mais um ano de confiança depositada.
Aproveitamos para comunicar que encerraremos nossas atividades dia 20/12/13 e retornaremos dia 13/01/2014, nesse intervalo em caso de urgência acesse nosso site para maiores informaçoes.









sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Combata a Gengivite antes de ela começar


A gengivite é um estágio inicial da doença gengival e consiste na inflamação dos tecidos da gengiva ao redor dos dentes. Se não for tratada, pode progredir para a periodontite, que é uma das grandes causas de perda de dentes em adultos. A gengivite muitas vezes é indolor e, com isso, a pessoa não se dá conta do problema. Para preveni-la, vá regularmente ao dentista, escove os dentes duas vezes ao dia e bocheche com antisséptico bucal para controlar a formação de placa.

Causas da Gengivite

Uma das principais causas da gengivite é a placa, que é uma massa de bactérias que se acumula ao redor dos dentes quando eles não são escovados regularmente, levando à criação de toxinas que atacam os dentes e a gengiva

Sinais da Gengivite

Os primeiros sinais são vermelhidão ou sangramento na gengiva. Se for esse seu caso, vá ao dentista.

Recomendações para a Prevenção da Gengivite

A primeira coisa a ser feita para evitar a gengivite é remover a placa bacteriana dos dentes e, para isso, siga a seguinte rotina de saúde bucal:
1º – Escove os dentes duas vezes por dia com escova elétrica.
2º – Use pasta de dente com flúor, que é um agente extremamente eficaz no combate ao ataque ácido da placa que se acumula nos dentes ao longo do dia.
3º – Bocheche com antisséptico bucal para atingir aqueles locais mais difíceis onde as bactérias da placa podem esconder-se.
4º – Termine a rotina passando fio dental entre os dentes.
5º – Faça consultas periódicas ao dentista para uma avaliação geral e para esclarecer eventuais dúvidas ou preocupações.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

O que é tartaro?


O que é Tártaro?
Tártaro, as vezes também chamado de cálculo, é a placa bacteriana ou biofilme dental que endurece na superfície dos dentes. O tártaro também pode se formar sob a gengiva e irritar os tecidos gengivais. Além disso, o tártaro dá à placa bacteriana um espaço maior e propício para o seu crescimento, o que pode levar a problemas mais sérios como as cáries e gengivite.
O tártaro não só prejudica a saúde dos seus dentes e gengivas, mas também é um problema estético. Substância porosa, o tártaro absorve as manchas com mais facilidade. Assim, para aquelas pessoas que fumam ou tomam chá ou café, é ainda mais importante que evitem a formação do tártaro.
Como saber se tenho tártaro?
Ao contrário da placa bacteriana que é uma película incolor, o tártaro é uma formação mineral facilmente visível, se estiver acima do nível da gengiva. O sinal mais comum é uma cor marrom ou amarela nos dentes na região da margem gengival. Só o dentista pode diagnosticar e remover o tártaro.
Como evitar a formação do tártaro?
Somente a escovação correta, especialmente se feita com a ajuda de um creme dental antitártaro e o uso do fio dental podem reduzir a formação da placa bacteriana e do tártaro. Depois de formado, só o dentista pode retirar o tártaro dos dentes. O processo de retirada do tártaro, feito com instrumentos especiais, é conhecido como "raspagem".

Depois de formado só o dentista pode retirar o tártaro dos dentes.

 O tártaro ameaça a saúde da boca tornando seu sorriso menos atraente.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Gengivite e problemas cardíacos

Existe alguma ligação entre gengivite e problemas cardíacos?
Em geral, os dados indicam que a gengivite crônica pode contribuir para o desenvolvimento de problemas cardíacos. Como isso acontece? A gengivite é uma infecção bacteriana que pode ter efeitos à distância da sua boca. Com relação a problemas cardíacos, há uma teoria que diz que a gengivite permite às bactérias entrarem na corrente sangüínea e aderir aos depósitos de gordura existentes nos vasos do coração. Isto pode causar coágulos e provocar um problema cardíaco.

O relatório do Ministério da Saúde dos Estados Unidos sobre saúde bucal afirma que a saúde bucal é parte integrante da saúde geral. Por isso, escove os dentes, use fio dental e vá ao dentista regularmente.

Com relação à saúde bucal, existem recomendações especiais para quem tem problemas cardíacos?

Para uma perfeita saúde bucal, você deve:
  • Manter sua boca saudável. Isto é, escovar os dentes, usar fio dental diariamente e consultar o dentista regularmente;
  • Informe seu dentista a respeito de seu problema de saúde geral;
  • Siga com cuidado as instruções do dentista e de seu médico e use os medicamentos - como antibióticos, por exemplo - de acordo com as indicações.
Os procedimentos dentários oferecem algum risco a quem tem problemas do coração?
Se você tiver certos problemas cardíacos, existe a possibilidade de você desenvolver uma endocardite bacteriana, uma infecção do revestimento interno do coração ou das válvulas. Um sangramento na boca pode permitir que certas bactérias bucais entrem no sistema sangüíneo e atinjam as válvulas ou tecidos que foram enfraquecidos por um problema cardíaco préexistente. Nesses casos, a infeção pode danificar ou mesmo destruir as válvulas e os tecidos do coração.

Há precauções que você deve tomar se estiver enquadrado em algum dos itens abaixo:
  • Válvulas artificiais;
  • Histórico de endocardite;
  • Defeitos cardíacos congênitos;
  • Válvulas cardíacas danificadas por problemas como, por exemplo, febre reumática;
  • Prolapso da válvula mitral com sopro;
  • Miocardiopatia hipertrófica.
Não deixe de conversar com seu dentista sobre qualquer problema cardíaco que estiver sentindo e os medicamentos que está tomando. Ele anotará essas informações em seu prontuário e tomará decisões sobre o seu tratamento dentário em conjunto com o seu médico.

Fonte: Colgate

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Facetas Dentárias - para deixar seus dentes bonitos

 

As facetas dentárias são próteses de porcelana finas que são coladas na frente dos dentes (conhecida como face vestibular), proporcionando uma aparência natural e atraente. As facetas dentárias são usadas para corrigir dentes trincados, manchados, desalinhados, desgastados, desiguais ou com espaçamento anormal.

Tipos de facetas dentárias
Os dois materiais mais comumente usados na fabricação das facetas dentárias são a resina e a porcelana. Ambos os tipos podem ser fabricados por um protético em laboratório de prótese dentária, chamadas facetas indiretas, ou ainda com aplicação direta de resina no consultório, conhecida como faceta direta. As facetas são coladas aos dentes com cimento resinoso. A porcelana é um material frágil, mas, quando firmemente colada ao dente, pode tornar-se muito forte e durável. 

Como as facetas são colocadas?
O dentista remove uma pequena quantidade da superfície do dente para permitir a colocação das lâminas. Em seguida, ele tira o molde dos dentes e o envia a um laboratório de prótese. A faceta é feita de modo a caber perfeitamente no dente e na boca. A faceta é colada ao dente com cimento resinoso.



Limpeza das facetas dentárias
A limpeza das facetas deve ser feita como a dos seus próprios dentes. O uso do fio dental uma vez ao dia e a escovação duas vezes ao dia com um creme dental com flúor ajudam a remover os resíduos alimentares e a placa bacteriana responsável pela cárie e problemas gengivais. Consulte seu dentista e peça a ele que recomende produtos de higiene bucal que ajudam a manter a durabilidade das restaurações dentárias.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Tratamento odontológico na gravidez

Toda grávida sabe da importância de fazer o pré-natal durante os nove mesmes de gravidez para garantir que corra tudo bem com ela e o bebê até o momento do parto. Pois você sabia que também existe o pré-natal odontológico?
É isso mesmo. Trata-se de fazer um acompanhamento com o odontologista para se certificar que a futura mamãe não está com problemas bucais. O objetivo é prevenir doenças que possam surgir e evitar o sofrimento da paciente na cadeira do dentista, já que alguns tipo de tratamentos ou uso de medicamentos são contra indicados neste período. O Dr. Flavio Goulart, odontologista da Clínica Crescità explica a seguir: 
 
Por que não é recomendado o tratamento dentário no primeiro trimestre da gravidez?
 
Evitamos tratamentos mais invasivos no primeiro trimestre de gestação pois é o período em que o feto  está em formação e portanto, mais suscetível a possíveis alterações teratogênicas, além de ser um período mais comum para abortos espontâneos, sendo assim optamos por intervenções no segundo trimestre.
 
Existe pré-natal odontológico? Como funciona?
 
O pré-natal odontológico, assim como o médico, consiste no acompanhamento da mãe durante a gestação, pois sabemos que inúmeras alterações bucais podem ser identificadas nesse período, como gengivites, cáries, erosões dentárias, inflamações teciduais, tumores benignos, sangramentos.
O pré-natal deve ser realizado para ajudar a futura mãe a prevenir tais problemas, orientar em relação às adequadas técnicas de higienização, a importância da saúde bucal adequada para a saúde do feto (hoje sabemos que infecções bucais estão relacionadas a partos prematuros e fetos abaixo do peso).
O ideal, quando a gestação é planejada, é que façamos exames e tratamentos prévios à gravidez, melhorando muito a saúde bucal no período gestacional.
 
Anestesia para gestante é contraindicado?
 
A anestesia não está contraindicada na gravidez, mas alguns cuidados devem ser tomados como dosagem, tipo de anestésico e técnica anestésica. A lidocaína é considerada a base anestésica mais segura, junto com vaso constritor, diminuindo a toxicidade da anestesia.
Anestésicos à base de prilocaina e mepvacaina devem ser evitados, assim como a felipressina como vaso constritor.
 
Que tipos de exames odontológicos a gestante deve fazer?
 
A gestante deve fazer exames periódicos com seu dentista, para que ele possa acompanhar de perto possíveis alterações bucais e definir o melhor momento de tratar, a prevenção é sempre o melhor tratamento, por isso sempre que possível, opte por realizar um tratamento completo previamente à gravidez e durante a gestação continue realizando exames periódicos.
 
O que se pode destacar com relação à gravidez?
 
Durante a gestação a mulher sofre uma série de alterações fisiológicas, como cardiovasculares, respiratórias e hormonais, e essas alterações hormonais atuam diretamente como mediadores na gengivite gravídica.
Essas alterações aliadas às mudanças alimentares, maior ingestão de doces, e uma deficiência na higiene bucal, contribuem para o aparecimento de problemas periodontais. Felizmente esses problemas são resolvidos quando a futura mamãe consegue manter a higiene bucal adequada.
 
Após o nascimento do bebê, a mãe costuma perder cálcio, correto? Como pode ser feita essa reposição? Se não for feita, quais os riscos?
 
O que acontece na realidade é que após o nascimento a mãe precisa de cálcio para a produção de leite, esse cálcio pode ser obtidos através da ingestão de determinados alimentos ou suplementos, quem vai orientar melhor a mãe será seu médico ou nutricionista.
Existe um mito que diz que o cálcio dos dentes da mãe vai para a criança e por isso temos uma incidência maior de cáries ou perdas de dentes na mãe.
Isso não acontece e não existem provas científicas para isso, o que acontece é que temos um PH bucal constantemente alterado devido às alterações alimentares, higiene inadequada e uma acidez bucal maior devido aos vômitos muitas fezes constantes. Tudo isso unido é que provoca um aumento da cárie e problemas periodontais.
 
Alguma curiosidade para acrescentar?
 
O período matinal normalmente é mais desfavorável para as gestantes, pois podem apresentar desconfortos gástricos, ânsias, por isso consultas na parte da tarde são mais aconselháveis.
Antigamente se acreditava que a ingestão de flúor sistêmico pela mãe era boa para a formação dos dentes na criança, hoje isso está contraindicado e deve ser aplicado da forma tópica na criança para ter eficiência.
Estudos mostram que mães que apresentam acúmulo de bactérias na boca por má higiene, seus filhos também vão apresentar esse aumento, os filhos tendem a copiar os pais nos hábitos alimentares e de higiene, por isso é importante já se habituar, desde o pré-natal, aos hábitos saudáveis, pois esses hábitos serão transmitidos aos seus filhos.