Um simples beijo na boca trocado com aquele cara ou menina que estava te olhando na balada pode transmitir desde uma gripe ou resfriado e até hepatite B. “Durante o beijo existe troca de fluido salivar, então toda a doença que usa a saliva como meio de contaminação cruzada, pode ser transmitida pelo beijo”, afirma o dentista Alexandre Morita. A boca, por ser escura e úmida, também é o local ideal para que os mil tipos diferentes de organismos que a habitam se desenvolverem. Além da gripe e da hepatite B, o ato pode transmitir mononucleose, cáries, gengivite, herpes labial, faringite e também amigdalite.
Abaixo veremos de uma maneira resumida os dois problemas bucais mais comuns que podem ser transmitidos pelo beijo:
Gengivite
Quando não tratada, a gengivite, que é a inflamação da gengiva, evolui para um quadro de periodontite. A região fica vermelha e sangra. É causada pelo acúmulo de placa e tártaro nos dentes. Para tratar, é necessário fazer ir ao dentista fazer uma limpeza e manter os cuidados diários: “O principal cuidado que todos devem ter é escovar da maneira correta diariamente. Uma escovação correta consiste em utilizar a escova certa em todos os dentes e língua e passar fio ou fita dental, além de fazer visitas periódicas ao dentista, pelo menos de seis em seis meses” esclarece, Alexandre.
Cárie
O dentista também afirma que a cárie é uma doença multifatorial. Seu surgimento pode ocorrer devido à presença de carboidratos e sacarose na alimentação; estrutura sociocultural, aspectos hereditários e imonológicos, além dos microorganismos presentes na cavidade bucal, no entanto, estes não são determinantes, e sim, participativos. Há quem afirme que o contato pode transmitir a cárie.
Alexandre atenta que a única maneira de evitar qualquer contaminação de qualquer doença pelo beijo é sabendo quem beijar. Também é importante higienizar as mãos sempre que possível, não compartilhar objetos ítimos como escovas de dentes.
Fonte: Yahoo Mulher
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quarta-feira, 5 de junho de 2013
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Curiosidade: Como funciona o aparelho ortodontico
A forma mais simples de entender como o aparelho fixo funciona é
imaginar que cada bracket é uma alavanca que torna possível de controlar
cada dente precisamente e individualmente. O fio
ortodôntico é ligado em cada um dos brackets e, pelo fato do
alinhamento dos dentes serem irregulares, tal fio deve ser capaz de se
curvar para cima e para baixo através de cada dente. Esse é o ponto
chave: o fio ortodôntico, desenvolvido na NASA, possui uma ótima memória
de seu formato e irá gradualmente voltar a sua forma original, trazendo
os dentes junto com ele.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Entrevista sobre clareamento com o Dr. Flávio
Confira no link abaixo:
http://noticias.r7.com/videos/saiba-quais-alimentos-comer-e-quais-evitar-para-manter-os-dentes-branquinhos/idmedia/517131630cf2df0bd82aade0.html
http://noticias.r7.com/videos/saiba-quais-alimentos-comer-e-quais-evitar-para-manter-os-dentes-branquinhos/idmedia/517131630cf2df0bd82aade0.html
segunda-feira, 25 de março de 2013
Linha Alba
Linha Alba é uma alteração relativamente comum na mucosa oral. A causa principal do aparecimento da linha alba é pela pressão realizada por um movimento de sucção realizado pelo paciente.
Normalmente se apresenta como uma elevação linear bilateral assintomática. Se examinada com atenção, a linha alba segue o formato da oclusal dos dentes que no ato de pressão por sucção ficam em íntimo contato com os mesmos. No exame a palpação, o tecido apresenta uma consistência normal e o diagnóstico final é conseguido baseando-se apenas pelo exame clínico.
Qual o tratamento?
Não existe medicação para eliminar a linha alba. Deve-se orientar o paciente a eliminar o hábito de pressionar as bochechas contra os dentes.
Fonte: odontoblogia
quarta-feira, 6 de março de 2013
Tratamentos ortodônticos e a reabsorção dentária
Associada a mais de 90% dos dentes tratados ortodonticamente, a reabsorção radicular é caracterizada pela perda de volume na raiz do dente, o que resulta em milimétrico encurtamento. Esta alteração, em geral, não diminui a longevidade e a capacidade funcional dos dentes envolvidos. Por isso, é considerada comum ao tratamento ortodôntico e sem importância clínica.
O processo de reabsorção é causado por situações em que os tecidos dentários mineralizados(ossos) são eliminados ou destruídos pela aplicação de força, seja a exercida pelos aparelhos ortodonticos, traumas ou por tratamentos endodonticos e periodontal.
A ortodontia é geralmente apontada como a principal causa da reabsorção radicular, por ser uma mecânica imposta, que implica movimentação dentária por meio da força.
Microscopicamente, a raiz dentária geralmente diminui entre 0,5 e três milímetros, perda considerada mínima em comparação aos benefícios gerados pelo tratamento ortodôntico, que promove a harmonia dos arcos dentários e normaliza a saúde bucal.
Casos de reabsorção mais severa podem acontecer, resultando em perda dos dentes. Por isso, a documentação ortodontica e o acompanhamento da ortodontista são fundamentais antes e durante o tratamento.
Em geral, quando identificada uma reabsorção radicular acima da considerada normal, a dentista deve suspender temporariamente o tratamento ortodôntico, dando aos dentes um tempo para “repouso”. Este tempo pode variar entre um e três meses, dependendo da severidade do problema.
Durante esse período, a necessidade da intervenção ortodôntica deve
ser reavaliada de acordo com a situação encontrada e os riscos que ela
representa, adaptando o tratamento a força e trauma que o dente pode suportar sem sofrer danos.
Fonte: BlogKamilaGodoy
sexta-feira, 1 de março de 2013
Higiene da escova de dente
É necessário que a escova
de dente seja limpa, para eliminar as bactérias que causam
cárie, gengivite e até gripe. A escova de dentes pode ser um meio de cultura
entre germes, bactérias e fungos que pode se multiplicar rapidamente. Temos em
média 900 espécies diferentes de bactérias que são capazes de sobreviver um dia
inteiro em nossa escova de dente, prontinhas para entrar novamente em nossa
boca na próxima escovação, inclusive microrganismos causadores de cárie,
leveduras, parasitas intestinais etc.
Cuidados bem simples podem evitar tudo isso, se forem seguidos
diariamente.
Antes de escovar os dentes, faça bochechos com água para retirar o
excesso de resíduos de alimentos, para reduzir as chances de restos de comida
permanecerem entre as cerdas provocando decomposição; Use também o fio dental;
Deixe a escova secar completamente entre uma escovação e outra; Após escovar os
dentes lave bem a escova com água corrente e morna e guarde-a em pé, dê batidas
leves na escova (na palma da mão) para eliminar o excesso de água; Para evitar
propagação de vírus o ideal é evitar o contato de uma escova com a outra,
guarde as escovas em local fechado com divisórias que permitam a separação
delas e as mantenham em pé para secar completamente. Borrife ou pingue
gotas de antisséptico bucal nas cerdas e guarde-a com protetor também limpo.
Tal procedimento diminui a quantidade de bactérias. Quando for escovar
novamente, lave as cerdas em água corrente.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Curiosidade: Como são feitas as pastas de dente
Flúor
O que seria de um bom creme dental sem a adição de flúor para
prevenir as cáries? Este ingrediente essencial se incorpora ao esmalte
dos dentes, tornando-os mais resistentes à ação de ácidos presentes nos
alimentos ou da placa bacteriana.
- Fluoreto de sódio: além do seu uso na prevenção de cáries, ele também é empregado na fabricação de inseticidas, preservantes de madeira e fluoretação da água potável. Quando ingerido em grandes quantidades, pode ser fatal.
Espessantes
Estes são os compostos que deixam a pasta de dentes com a textura de
gel que conhecemos, fazendo com que o creme tenha um aspecto espesso e
viscoso. São eles:
- Carbômero 956: uma das matérias-primas mais utilizadas pela indústria de cosméticos, também é empregado na fabricação de gel para os cabelos, protetores solares, cremes e antissépticos;
- Carregenina: faz parte da família dos polissacarídeos e é obtida a partir do extrato de algas vermelhas;
- Carboximetilcelulose de sódio: é um polímero derivado da celulose muito solúvel em água e fisiologicamente inerte, que também é utilizado como cola de origamis.
Detergentes
Imagine escovar os dentes com uma mistura que não faz espuma! Seria
muito sem graça, não é mesmo? Para que os cremes dentais tenham essa
característica, é necessário adicionar uma série de produtos à sua
formulação:
- Lauril sulfato de sódio: provavelmente o mais comum dos detergentes, também pode ser usado na fabricação de shampoos, géis de banho, cremes de barbear e em algumas aspirinas solúveis. Entretanto, pode causar aftas em pessoas mais susceptíveis.
Abrasivos
São minúsculos cristais adicionados à composição do creme dental que
funcionam como uma espécie de lixa sobre os nossos dentes, removendo
pequenas manchas e impurezas, além de “polir” a superfície. Os mais
comuns são:
- Sílica hidratada: derivada do dióxido de silicone, também pode ser encontrada na forma de areia ou quartzo; tem a aparência de um gel transparente;
- Mica: é um filossilicato também usado na fabricação de capacitores de radiofrequência e isolantes elétricos.
Colorantes
Imagine o que seria dos cremes dentais sem os colorantes? Com tantos
produtos químicos utilizados na fabricação das pastas, sua coloração
seria provavelmente bem bizarra e desagradável.
- D&C Amarelo 10 e D&C Vermelho 30: são colorantes sintéticos provenientes do petróleo ou anilina, apresentando um cheiro parecido com o da naftalina.
- Azul brilhante FCP: colorante sintético derivado do petróleo e muito usado na indústria alimentícia;
- Dióxido de titânio: é ele que deixa a pasta de dentes branquinha.
Umectantes
São eles que dão ao creme dental sua textura e evitam que se resseque. Confira alguns deles:
- Propilenoglicol: derivado animal de aparência oleosa, este composto é incolor, além de não apresentar odor ou sabor. Também é usado como fixador de perfumes, anticongelante e lubrificante íntimo, podendo causar alergias e urticária.
- Polietilenoglicol 8 e 12: polímero formado a partir do etileno glicol que, além de prevenir que a pasta perca água, também age como um estabilizante; tem o seu uso controlado por poder apresentar muitas impurezas.
Preservantes
As pastas de dentes, por ficarem expostas por um considerável período
de tempo e não precisarem ser guardadas na geladeira, necessitam de
preservantes para evitar a proliferação de micro-organismos.
- Benzoato de sódio: é um pó branco de sabor adocicado e levemente adstringente que, além de conservante, pode ser usado como bactericida e fungicida. Se misturado à vitamina C, pode formar o benzeno, que é um composto cancerígeno.
Emulsificantes
São compostos químicos que permitem que todos os ingredientes
utilizados na fabricação da pasta de dentes se misturem de forma
uniforme, evitando que se separem. Alguns dos mais usados são:
- Glicerol: composto de origem animal de sabor adocicado, ele não deixa que a pasta de dentes seque e ajuda a preservar o produto;
- Cocamidopropil betaína: ingrediente derivado do óleo de coco, ele ajuda a manter a consistência e sabor da pasta.
- Fonte: Megacurioso
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