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terça-feira, 16 de junho de 2015
Entrevista do Dr.Flavio Goulart sobre Clareamento Dentário
Segue vídeo de entrevista do Dr.Flavio Goulart, gestor clínico da Clínica Crescità Odontologia Moderna, falando sobre clareamento dentário para o canal RITTV.
sexta-feira, 15 de maio de 2015
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Enxerto osseo para implante
ENXERTO ÓSSEO: Tratamento indicado para pacientes que possuem perda óssea (osso que segura a raiz dos dentes).
O que é Enxerto Ósseo?
Por perderem os dentes ao longo dos anos, é comum as pessoas perderem também os ossos alveolares, que sustentavam o dente perdido. Em consequência disso, a gengiva também diminui. Para sanar esse problema, pode-se recorrer a enxertos ósseos ou de tecido gengival.
O cirurgião-dentista, para o enxerto, pode retirar ossos de uma área apropriada (mandíbula, por exemplo) do próprio paciente ou utilizar material comercializado para esta finalidade.
Por perderem os dentes ao longo dos anos, é comum as pessoas perderem também os ossos alveolares, que sustentavam o dente perdido. Em consequência disso, a gengiva também diminui. Para sanar esse problema, pode-se recorrer a enxertos ósseos ou de tecido gengival.
O cirurgião-dentista, para o enxerto, pode retirar ossos de uma área apropriada (mandíbula, por exemplo) do próprio paciente ou utilizar material comercializado para esta finalidade.
Quando devo fazer um Enxerto Ósseo?
O Enxerto Ósseo é indicado para pacientes que possuem perda óssea e buscam fazer um implante dentário. A estrutura óssea fraca, causada pela perda do osso alveolar, pode ser causada por fatores como a doença periodontal, lesões, traumas ou dentes ausentes por um longo período de tempo. No caso de pessoas cuja mandíbula é muito curta ou muito estreita, o osso deve ser adicionado no maxilar antes do implante ser colocado. O tempo de recuperação antes de colocar os implantes é normalmente de 6 a 12 meses após a regeneração óssea.
O Enxerto Ósseo é indicado para pacientes que possuem perda óssea e buscam fazer um implante dentário. A estrutura óssea fraca, causada pela perda do osso alveolar, pode ser causada por fatores como a doença periodontal, lesões, traumas ou dentes ausentes por um longo período de tempo. No caso de pessoas cuja mandíbula é muito curta ou muito estreita, o osso deve ser adicionado no maxilar antes do implante ser colocado. O tempo de recuperação antes de colocar os implantes é normalmente de 6 a 12 meses após a regeneração óssea.
Como é feito o Enxerto Ósseo?
Este procedimento cirúrgico visa acrescentar altura ou largura ao osso maxilar e/ou mandibular, aumentando seu volume para a posterior colocação de um implante dentário.
Primeiro é realizado uma cirurgia para colocação do enxerto ósseo na região danificada. É necessário aguardar um período de 4 a 6 meses para avaliar o sucesso deste procedimento. Após esse período, o paciente deve ir a consultas marcadas para avaliação clínica pré-implante, quando o cirurgião-dentista se certificará de haver todas as condições necessárias para a continuidade do tratamento.
Este procedimento cirúrgico visa acrescentar altura ou largura ao osso maxilar e/ou mandibular, aumentando seu volume para a posterior colocação de um implante dentário.
Primeiro é realizado uma cirurgia para colocação do enxerto ósseo na região danificada. É necessário aguardar um período de 4 a 6 meses para avaliar o sucesso deste procedimento. Após esse período, o paciente deve ir a consultas marcadas para avaliação clínica pré-implante, quando o cirurgião-dentista se certificará de haver todas as condições necessárias para a continuidade do tratamento.
Quais os riscos de não se fazer o Enxerto Ósseo?
A perda óssea traz problemas funcionais e estéticos, entre os quais:
Dificuldade para a realização de implantes;
Aparência de dentes muito compridos, o que prejudica a harmonia estética.
A perda óssea traz problemas funcionais e estéticos, entre os quais:
Dificuldade para a realização de implantes;
Aparência de dentes muito compridos, o que prejudica a harmonia estética.
Fonte: ortoblog
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Conheça um pouco mais sobre "Gengivite"
O que é Gengivite:
Gengivite é uma inflamação da gengiva.
É o estágio inicial da doença periodontal e, portanto, mais fácil de ser tratada, mas que, se não tratada, pode progredir e causar complicações mais graves.
Gengivite é uma inflamação da gengiva.
É o estágio inicial da doença periodontal e, portanto, mais fácil de ser tratada, mas que, se não tratada, pode progredir e causar complicações mais graves.
Sinais e sintomas da gengivite:
Gengivite é a primeira fase da doença periodontal, que consiste em uma inflamação e infecção que provoca alterações nos tecidos que dão sustentação aos dentes, como as gengivas, ligamentos e osso alveolar.
Gengivite é a primeira fase da doença periodontal, que consiste em uma inflamação e infecção que provoca alterações nos tecidos que dão sustentação aos dentes, como as gengivas, ligamentos e osso alveolar.
A gengivite é, algumas vezes, o resultado dos efeitos do acúmulo de placa no longo. Então, A gengivite costuma ser causada por higiene deficiente ou mal orientada. A placa, ou biofilme, em termos médicos, é um material grudento feito de bactérias, muco e resíduos de comida que se desenvolve na parte exposta dos dentes. É também a maior causa de cárie dentária. Se a placa não for removida, ela se transforma em um depósito duro chamado de tártaro, que fica preso no dente. As bactérias e as toxinas produzidas pela placa e pelo tártaro irritam as gengivas e as deixam inchadas e sensíveis.
Sintomas de Gengivite:
A gengiva inflamada costuma ter uma cor mais avermelhada que o normal ou até mesmo arroxeada. Fica inchada, sensível e sangra com facilidade durante a escovação e durante o uso de fio dental. Apesar disso, só incomodam quando são tocadas.
A gengiva inflamada costuma ter uma cor mais avermelhada que o normal ou até mesmo arroxeada. Fica inchada, sensível e sangra com facilidade durante a escovação e durante o uso de fio dental. Apesar disso, só incomodam quando são tocadas.
Na gengivite, a gengiva as vezes não dói, então uma pessoa pode tê-la e nem saber disso. Veja outros sintomas típicos desta inflamação:
Dentes parecem mais longos devido à retração da gengiva; Gengivas se separam ou se afastam dos dentes, criando uma bolsa; A forma como os dentes se encaixam na mordida muda; Secreção de pus ao redor dos dentes e da bolsa gengival; Mau hálito constante e gosto ruim na boca.
Fatores de risco:
Fatores considerados de risco contribuem para o desenvolvimento desta inflamação.
Higiene bocal precária / Fumo / Diabetes / Idade avançada / Imunidade baixa / Uso de medicamentos específicos / Infecções virais e fúngicas / Boca seca / Mudanças hormonais, relacionadas à gravidez, ciclo menstrual, puberdade e pílulas anticoncepcionais / Deficiências nutricionais / Uso excessivo de determinadas substâncias / Aparelhos bucais mal encaixados ou mal limpos.
Fatores considerados de risco contribuem para o desenvolvimento desta inflamação.
Higiene bocal precária / Fumo / Diabetes / Idade avançada / Imunidade baixa / Uso de medicamentos específicos / Infecções virais e fúngicas / Boca seca / Mudanças hormonais, relacionadas à gravidez, ciclo menstrual, puberdade e pílulas anticoncepcionais / Deficiências nutricionais / Uso excessivo de determinadas substâncias / Aparelhos bucais mal encaixados ou mal limpos.
Gengivite é o estágio inicial da doença da gengiva, que, se não
tratada, pode afetar a estrutura dentária e provocar a queda dos dentes
da boca. Entre as complicações da gengivite estão a periodontite, em que
o osso e as fibras que mantém os dentes em posição são muito
danificados, e a periodontite avançada, em que o osso que sustenta o
dente está muito reabsorvido. Isso faz com que os dentes migrem ou se
tornem móveis, o que afeta a mordida e pode acarretar na queda dos
dentes também. Além disso, doenças periodontais podem afetar a saúde do
corpo como um todo também, elevando o risco de problemas como infarto,
AVC, doenças pulmonares e até problemas na gravidez, fazendo com que o
bebê nasça prematuramente ou abaixo do peso normal.
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Prótese Fixa Metalocerâmica, como funciona?
A prótese fixa é a solução em casos nos quais o uso de implante está inviabilizado por um motivo qualquer.
Ela pode ser confeccionada em diferentes materiais, toda em cerâmica, em zircônia, metalocerâmica, metaloplástica.
No vídeo abaixo você verá a sequência de tratamento para confecção de uma prótese metalocerâmica.
Para mais informações acesse nosso site: www.clinicacrescita.com.br
Ela pode ser confeccionada em diferentes materiais, toda em cerâmica, em zircônia, metalocerâmica, metaloplástica.
No vídeo abaixo você verá a sequência de tratamento para confecção de uma prótese metalocerâmica.
Para mais informações acesse nosso site: www.clinicacrescita.com.br
sexta-feira, 27 de março de 2015
Escovar dentes só uma vez ao dia aumenta riscos.
Estudo diz que escovar os dentes menos de duas vezes por dia aumenta em 70% as chances de doenças cardíacas
De acordo com um estudo feito pelo University College London, as
pessoas que não escovam os dentes pelo menos 2 vezes ao dia aumentam em
70% as chances de ter doenças cardíacas. A pesquisa foi feita durante
oito anos com 11 mil adultos da Escócia. Durante o período de avalição,
foram registrados 555 registros cardiovasculares (como enfartes), sendo
170 fatais.
Segundo o jornal que publicou a pesquisa, já se sabia que inflamações
na boca e na gengiva tinham um papel importante no entupimento das
artérias, um dos fatores que levam a doenças cardíacas. No entanto, essa
seria a primeira vez que se confirmou que a frequência da escovação
também influencia na incidência dessas doenças.
“A pouca ou má higienização da boca pode levar a quadros inflamatórios
e/ou infecciosos, como cárie e periodontite, que podem afetar toda a
saúde do indivíduo, já que os dentes mantem contato com outras
estruturas do corpo, como ossos e corrente sanguínea”, diz Sandra Kalil
Bussadori, professora da Escola de Aperfeiçoamento Profissional da APDC
(Associção Paulista de Cirugiões-Dentistas).
Essa seria a primeira vez que se confirmou que a frequência da
escovação também influencia na incidência de doenças cardiovasculares
Foto: Gazlast / Shutterstock
Endocardite bacteriana
Segundo Sandra, um exemplo clássico de que doenças bucais podem acarretar problemas de saúde mais sérios é a endocardite bacteriana (inflamação nas válvulas do coração que pode ser causada por uma simples dor de dente). Essa doença é causada pela bactéria Streptococcus Viridans, normalmente encontrada na boca. O problema é que na cavidade bucal esse microrganismo não causa dano, porém, ao entrar na correte sanguínea, vai direto para o coração e provoca a inflamação.
Segundo Sandra, um exemplo clássico de que doenças bucais podem acarretar problemas de saúde mais sérios é a endocardite bacteriana (inflamação nas válvulas do coração que pode ser causada por uma simples dor de dente). Essa doença é causada pela bactéria Streptococcus Viridans, normalmente encontrada na boca. O problema é que na cavidade bucal esse microrganismo não causa dano, porém, ao entrar na correte sanguínea, vai direto para o coração e provoca a inflamação.
Três vezes por dia é o ideal
Para ficar longe desse tipo de complicação, o ideal é que a escovação seja feita pelo menos três vezes ao dia, após as principais refeições (café da manhã, almoço e jantar/antes de dormir) e com o uso do fio dental e de raspadores linguais. “A escovação é importante, tanto para desorganizar o biofilme (placa bacteriana), como para disponibilizar flúor ao meio bucal com a pasta de dente”, diz Sandra.
Para ficar longe desse tipo de complicação, o ideal é que a escovação seja feita pelo menos três vezes ao dia, após as principais refeições (café da manhã, almoço e jantar/antes de dormir) e com o uso do fio dental e de raspadores linguais. “A escovação é importante, tanto para desorganizar o biofilme (placa bacteriana), como para disponibilizar flúor ao meio bucal com a pasta de dente”, diz Sandra.
Também é importante uma consulta com o cirurgião-dentista, que ensina a
melhor técnica de escovação, a frequência ideal e o período de retorno.
“Cada pessoa tem o seu, de acordo com o risco que apresenta para
desenvolvimento das doenças bucais para evitar complicações em saúde
oral e, consequentemente, saúde geral”, diz a especialista.
Dentes em Zircônia
A excelência em reabilitação oral sem o uso de estruturas metálicas possibilita através da grande translucidez da zircônia,
assim como a possibilidade de poder pigmentar a cor individual do dente
do paciente, dá à prótese um aspecto estético agradável e idêntico ao
dente natural.
A cor clara da base da zircônia faz com que a
temida coloração negra ou escurecida na margem gengival proporcionada
por estruturas metálicas dos trabalhos convencionais em metalo-cerâmica
não mais ocorra mesmo quando se dá a retração da gengiva condicionada
pela idade ou por trauma mecânico à gengiva.
Prótese fixa em zircônia com base branca onde não há possibilidade de aparecimento de bordos escuros próximos à gengiva.
Este material resistente aos ácidos e isento de poros
impede a absorção de substâncias nocivas, previnindo com isto as
inflamações da gengiva ao redor de dentes(periodontite) e implantes(peri-implantite) permitindo uma limpeza rápida e fácil das próteses.
A excelente precisão de ajuste proporcionado pela tecnologia robótica CAD-CAM que confecciona as próteses
de até 16 dentes sem incorporar nenhuma estrutura metálica à peça e sem
emendas ou soldas, garante uma sensação agradável de conforto e leveza
na boca.
A Zircônia não produz qualquer tipo
de incompatibilidade na cavidade oral, sendo especialmente compatível
com a mucosa oral.
As próteses de Zircônia devido à sua
extrema dureza, resistindo até a maior força de mastigação em todas as
áreas da boca. Não se desgasta e por isso também mantém a cor intacta ao
longo do tempo com aspecto idêntico ao dente natural desde uma única
coroa até uma reabilitação dentária completa.
Fonte: WiPrime
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